Alfabetização de crianças falantes de Português e Espanhol em Cidade de Fronteira com Argentina e Paraguai: aportes da fonética e da fonologia

A partir da alfabetização linguística, discute princípios para o trabalho em sala de aula, tendo com conta as diferenças entre fala e escrita e o rompimento com o mito do monolinguismo ou do bilinguismo idealizado.

RESUMO:

Apresenta as diferenças da fonética e da fonologia da Língua Espanhola e da Língua Portuguesa com o objetivo geral de fornecer subsídios teóricos e práticos para a alfabetização em contexto de fronteira onde estudam crianças bilíngues Português/Espanhol. A partir da alfabetização linguística, discute princípios para o trabalho em sala de aula, tendo com conta as diferenças entre fala e escrita e o rompimento com o mito do monolinguismo ou do bilinguismo idealizado. Palavras-chave: Alfabetização; Fronteira; Educação Bilingue

Foz do Iguaçu é um município brasileiro situado no estado do Paraná que forma tríplice fronteira com Ciudad del Este, no Paraguai, e Puerto Iguazú, na Argentina.  O município tem 51 escolas municipais de primeiro ao quinto ano do ensino fundamental, onde estudam crianças nascidas no Brasil, na Argentina e no Paraguai. Segundo Santos e Cavalcanti (2008), as escolas de Foz do Iguaçu contam com a presença de alunos “brasiguaios”, falantes de uma língua híbrida e não deveria ser compreendida de modo pejorativo. Brasiguaio é a denominação dada àqueles que viveram uma parte da vida no Paraguai e outra no Brasil ou entre os dois países, em região fronteiriça. O objetivo geral do presente trabalho é fornecer subsídios teóricos e práticos para a alfabetização neste contexto específico. De acordo com Berger (2015), no Brasil o tema “fronteiras” é pouco estudado nas Ciências Sociais e, em especial, na Educação, bem como pouco refletido nas políticas públicas, o que justifica este trabalho. Pesquisas sobre o ensino em contexto de fronteira com países hispano/falantes são necessárias para fundamentar uma prática pedagógica voltada para as necessidades de aprendizagem no processo de alfabetização. Para isso é preciso entender a diferença entre língua padrão e língua culta, assim distinguida por Bagno (2011, p. 11-12):

“Cada vez mais se torna evidente que é preciso analisar a nossa realidade sociolinguística sob três focos: de um lado, (1) o da norma-padrão, isto é, o modelo idealizado de língua “certa” descrito e prescrito pela tradição gramatical normativa – e que de fato não corresponde a nenhuma variedade falada autêntica e, em grande medida, tampouco á escrita mais monitorada -, e, de outro lado, como extremos de um amplo continuum, (2) o conjunto das variedades prestigiadas, falada pelos cidadãos de maior poder aquisitivo, de maior nível de escolarização e de maior prestígio sociocultural, e (3) o conjunto das variedades estigmatizadas, faladas pela imensa maioria da nossa população, seja nas zonas rurais, seja nas periferias e zonas degradadas das nossas cidades, onde vivem os brasileiros mais pobres, com menos acesso à escolarização de qualidade, desprovidos de muitos dos seus direitos mais elementares.”  

 A língua culta é aquela para a qual é reservado maior prestígio social. A norma padrão, por seu turno, é a norma estabelecida nos manuais de gramática e ortografia, que não corresponde a nenhuma variante da língua.

Este artigo parte da fonética e da fonologia da Língua Espanhola e da Língua Portuguesa  segundo a norma padrão, a fim de obter subsídios para que professores possam observar como falam seus alunos e, assim, orientar o processo de ensino das relações entre letras e sons. Não se pretende com isso estabelecer o primado da norma padrão e desvalorização das demais formas linguísticas, reproduzindo o preconceito linguístico que Bagno critica. O objetivo específico deste trabalho é apresentar a fonética e a fonologia da Língua Portuguesa e da Língua Espanhola como base para que professores entendam as diferenças entre fala e escrita no contexto real e concreto da sala de aula e dirimir dificuldades geradas pelas diferenças entre fala e escrita. A primeira parte deste artigo apresenta o que é fonética e fonologia e propõe um quadro comparativo da Língua Portuguesa e da Língua Espanhola. A segunda parte traz algumas ideias sobre como professores podem usar o quadro para entende o modo como seus alunos compreendem os sons das letras no processo de alfabetização.

1 Fonética e Fonologia: subsídios teóricos para alfabetização de crianças bilíngues Português/Espanhol

           Pesquisas citadas neste artigo demonstram que nas escolas de Foz do Iguaçu estudam crianças bilíngues Português/Espanhol. Santos e Cavalcanti (2008) mostram que há crianças nas escolas de Foz do Iguaçu que falam um híbrido de Português e Espanhol. Cavalcanti (1999) afirma que há um mito do monolinguismo no Brasil, que acaba por invisibilizar o bilinguismo. No entanto, o bilinguismo é a regra no Brasil, considerando-se que são bilíngues os contextos bidialetais urbanos, as comunidades com presença de imigração, as comunidades de surdos e as fronteiras. A autora alerta que não se trata de um bilinguismo idealizado, no qual o aluno domina as normas ortográficas e gramaticais de dois idiomas de prestígio social, mas sim do bilinguismo real, por vezes de falas que são desprestigiadas devido ao preconceito linguístico. Bagno (2011) mostra que por trás do preconceito linguístico esconde-se um preconceito social, pois historicamente são consideradas legítimas apenas as falas das classes mais abastadas.

Neste artigo, parte-se do pressuposto de que o bilinguismo Português/Espanhol, comprovado nos estudos de Cavalcanti (1999), Santos e Cavalcanti (2008), André (2014) e Berger (2015), deve ser compreendido a partir do princípio da alfabetização linguística. Em pesquisa de doutorado, André (2014) constatou o bilinguismo em uma sala de aula de alfabetização de Foz do Iguaçu. Observou que, na mesma sala de aula, estudavam alunos com marcas de Espanhol na fala, uma aluna que trocava com frequência o som /r/ pelo som /l/ e alunos falantes de uma variedade da Língua Portuguesa rural.

Desenvolvida por Cagliari, a alfabetização linguística parte dos estudos da fonética e da fonologia para pautar o ensino das relações entre letras e sons em sala de aula, tendo em conta as diferenças entre fala e escrita perpassadas pelas variedades linguísticas. A fonética estuda o modo como são articulados e produzidos os sons da fala concreta. A fonologia estuda os fonemas, unidades que representam cada som produzido. Com base na fonética e na fonologia foram desenvolvidos alguns  alfabetos fonéticos.    

De acordo com Blanche-Benveniste (2004) no alfabeto fonético é atribuído um sinal gráfico para cada unidade sonora. Nisso o alfabeto fonético se distingue do alfabeto latino, no qual uma letra pode representar mais de um som, a exemplo da letra X, que representa os sons /ʃ/ na palavra “peixe”, /s/ em “texto”, /z/ em “exército” e /ks/ em táxi.  Segundo Dubôis et al (1973) a maioria dos alfabetos fonéticos são modificações do alfabeto tradicional. O mais conhecido é o “Alfabeto Fonético Internacional” (A.F.I), criado em 1888 pela “Associação Fonética Internacional”.

Para entender as dificuldades que podem surgir no processo de alfabetização em Foz do Iguaçu, foi realizado um quadro sinóptico, elaborado a partir dos trabalhos de Dubôis, Guespin, Marcellesi e Mervel (1973), Silva (2007), Cagliari (2008) e Salgado (1995), sistematizando a fonética, a fonologia e as relações entre letras e sons da Língua Portuguesa e da Língua Espanhola. Cabe ressaltar, no entanto, que os quadros abaixo foram realizados com base na literatura sobre linguística, e não nas falas reais de alunos de fronteira. Partir da norma padrão, neste trabalho, não significa sua reificação, mas sim seu uso para a reflexão sobre a língua concreta.  

 

FONÉTICA

PORTUGUÊS

FONOLOGIA PORTUGUÊS

FONÉTICA ESPANHOL

FONOLOGIA ESPANHOL

A

/a/ Amor

 

Vogal

/a/ Ananás

Vogal

/ã/ Ana

Vogal

B

/b/ Bola

Oclusiva sonora

Bilabial

/b/ Bala

Oclusiva sonora

Bilabial

/ß/ escoBa

(pode ser lido como

escova, escoba ou escobva)

Fricativa sonora

Labiodental

C

/k/ Casa

 

 

 

Oclusiva surda

Velar

 

 

/k/ Cráneo

Oclusiva surda

Velar

 

/s/ Cedo

 

Fricativa surda

Alveolar

/s/ Ciego

Fricativa surda

Alveolar

D

/d/ Dado

Oclusiva sonora

Dental

/d/ Dedo

Oclusiva sonora

Dental

 

/dʒ/ DIA

Oclusiva sonora

Palato alveolar

E

/e/ vÊ

Vogal

/e/ ElefantE

Vogal

/Ɛ/ pÉ

Vogal

/ê/ pEnte

Vogal

/i/ pentE

Vogal

F

/f/ Faca

Fricativa surda

Labiodental

/f/ FoFo

Fricativa surda

Labiodental

G

/g/ Gula

Oclusiva sonora

Velar

/g/ Gota

Oclusiva sonora

Velar

/x/ Gitano

(cigano)

Pronúncia igual

o R do maR carioca

Fricativa surda

Velar

/g/ GUerra

Oclusiva sonora

Velar

/g/ GUerra

 

Oclusiva sonora

Velar

 

/ʒ/ Gente

Fricativa sonora

Palato alveolar

H

/    / homem 

Mudo

/   / hueso (osso)

Mudo

CH

/ʃ/ CHato

Fricativa surda

Palato alveolar

/t ʃ/

coCHe (carro)

Oclusiva surda

Palato alveolar

LH

/ʎ/ oLHo

Lateral sonora

Palatal

Inexistente

NH

/ɲ/ miNHoca

 

Nasal sonora

Palatal

Inexistente

I

/i/ vI

 

Vogal

/i/ sonIdo

Vogal

/î/ Índio

 

Vogal

J

/ʒ/ Jeito

Fricativa sonora

Palato alveolar

/R/ Junto

Fricativa sonora

Velar

/x/ reloJ (relógio)

Pronuncia igual

o R do maR carioca

Fricativa surda

Velar

K

/k/ Kaiowá

Oclusiva surda

Velar

/k/ Káiser

Oclusiva surda

Velar

L

/l/ Lua

 

 

 

Lateral sonora

Dental

 

 

/l/ Luna (lua)

Lateral sonora

Dental

 

/u/ meL

 

Vogal

LL

Inexiste

/i/ LLama

(Chama) como

raIar em Português

Vogal

M

/m/ Mãe

Nasal sonora

Bilabial

/m/ MaMá

Nasal sonora

Bilabial

N

/n/ Não

Nasal sonora

Dental

/n/ NeNe

Nasal sonora

Dental

Ñ

Inexiste

/ɲ/ niÑo (menino)

Nasal sonora

Palatal

O

/o/ Ovo

 

Vogal

/o/ cOmO

Vogal

/Ͻ/ pOrta

 

Vogal

/u/ andO

 

Vogal

/ô/ Onde

 

Vogal

P

/p/ PaPai

Oclusiva surda

Bilabial

/p/ PaPá

Oclusiva surda

Bilabial

Q

/k/ QUerido

Oclusiva surda

Velar

/k/ QUilate

Oclusiva surda

Velar

R

/r/ caRo

 

 

 

Vibrante simples

Alveolar

 

 

/r/ Rueda

Vibrante simples

Alveolar

 

/ɹ/ giRl (caipira)

 

 

 

Retroflexiva sonora

Palato alveolar

 

 

/r*/ caRReta

Fricativa Sonora

Alveolar

/x/ maR (carioca)

 

 

 

Fricativa surda

Velar

 

 

/R/ Rato

Fricativa sonora

Velar

S

/s/ Sapo

 

 

 

Fricativa surda

Alveolar

 

 

/s/ Sonar

Fricativa surda

Alveolar

 

/z/ caSa

Fricativa sonora

Alveolar

T

/t/ Tempo

 

 

 

Oclusiva surda

Dental

 

 

/t/ TonTo

Oclusiva surda

Dental

 

/tʃ/ Tia

Oclusiva surda

Palato alveolar

U

/u/ Uva

 

Vogal

/u/ agUa

Vogal

/û/ Um

Vogal

V

/v/ Vaca

Fricativa sonora

Labiodental

/v/ Viento

Fricativa sonora

Labiodental

/ß/ Vaca

(lê-se baca)

Fricativa sonora

Labiodental

W

/u/ kaioWá

 

 

Vogal

 

 

/u/ Wáter (privada)

Vogal

/v/ Wanda

Fricativa sonora

Labiodental

/ß/ kaioWá

Fricativa sonora

Labiodental

X

/s/ teXto

 

 

Fricativa surda

Alveolar

 

 

/s/ Xica

(Lê-se Sica)

Fricativa surda

Alveolar

 

/ks/ táXi

 

 

 

Oclusiva surda

Velar

 

 

/ks/ éXito

Oclusiva surda

Velar

 

/ʃ/ peiXe

 

 

 

Fricativa surda

Palato Alveolar

 

 

/z/ eXemplo

Fricativa sonora

Alveolar

Y

/i/ Ygor

Vogal

/i/ raYar (arranhão)

Vogal

Z

/s/ paZ

 

 

 

Fricativa surda

Alveolar

 

 

/z/ Zona

Fricativa surda

Alveolar

 

/z/ Zebra

Fricativa sonora

Alveolar

Segundo Cagliari (2008), no início do processo de alfabetização as crianças empregam o alfabeto como se este fosse um alfabeto fonético, tentando transcrever exatamente o modo como falam. Ocorre que o alfabeto não serve a tal propósito, pois uma mesma letra pode representar mais de um som e também porque a escrita não é perfeita transcrição da fala. Por exemplo, na fala a letra “e” é frequentemente pronunciada como /i/, o que pode levar a criança a escrever “ondi” ao invés de “onde”. O modo como a criança escreve fornece pistas sobre como ela fala e sobre como professores podem dar explicações mais detalhadas sobre as relações entre letras e sons.

2. Ideias para práticas pedagógicas voltadas para alunos bilíngues Português/Espanhol em início do processo de alfabetização

A partir de Cagliari é possível inferir que assim como cabe ao professor explicar todos os sons que a letra “x” representa, também lhe cabe dizer que a letra “e”  pode ter som de ‘i”, ao invés de exigir que o aluno mude sua pronúncia. No entanto, há casos em que cabe o ensino da norma padrão, que não deixa de ser função da escola. Em casos de trocas que produzem mudanças de sentido, não se tratando apenas de pronúncia, como “p” por “b” por exemplo, cabe tentar apontar para a criança em processo de alfabetização como é a  pronúncia de acordo com a norma padrão.

Com base no quadro acima, pode-se supor que será comum um aluno bilingue Espanhol/Português executar algumas trocas na escrita e mesmo na fala, quando alfabetizado em Língua Portuguesa, como por exemplo:

  • Troca de B por V e vice-versa. No Espanhol as letras “B” e “V” podem ter o som de /ß/, que não existe em Língua Portuguesa. A palavra Espanhola “vaca” (vaca em Português) é pronunciada na norma como [‘ßa.ka] e a palavra Espanhola “escoba” (vassoura em Português) é pronunciada na norma como [es.’ko.ßa]. Devido à semelhança entre /ß/ e /b/, as crianças bilíngues Português/Espanhol podem trocar /b/ e /v/ na fala e as letras B e V na escrita.
  • Troca de G por R. No Espanhol há palavras em que a letra G representa o som /x/ que é o R conforme pronunciado em final de palavra pelos cariocas, como “mar” [max]. Por exemplo, a palavra em Espanhol “gitano” (cigano em Espanhol) é pronunciada na norma como [xi.’ta.no].
  • Dificuldade no emprego das letras G e J com som de /ʒ/, como em “gelo” e “jeito”. No Espanhol não há o som /ʒ/. A letra J em Espanhol sempre representa o som /R/, como a palavra em Espanhol “junto” (junto em Português) que é pronunciada na norma padrão da Língua Espanhola como [Run’to].
  • Troca de X por S. No Espanhol a letra X pode ser lida com som de /ks/ ou /s/. O dígrafo CH sempre tem som de /tʃ/.

Cabe reiterar, no entanto, que na fala viva, concreta, as diferenças entre fala e escrita podem ser ainda mais variadas. Neste trabalho tratou-se das diferenças entre Língua Portuguesa e Língua Espanhola a partir da norma padrão. Trata-se apenas de subsidio para que professores possam refletir sobre as dificuldades que poderão ser encontradas por alunos bilíngues Português/Espanhol no início do processo de alfabetização.

Com base na alfabetização linguística é preciso ensinar os sons que cada letra representa, porém levando em conta como a criança fala, sem que isso signifique a imposição da norma padrão e a reprodução de preconceito linguístico. A norma padrão precisa ser apresentada como uma das variantes possíveis da Língua Portuguesa, fundamental, entretanto, para a alfabetização. Para isso não há receita, pois cada contexto escolar é único e cabe ao professor prestar atenção no modo como alunos falam para dirimir suas dificuldades no processo inicial de alfabetização. Em se tratando de escolas não bilíngues, mas que atendam crianças bilíngues, cabe ao professor o ensino da língua falada na escola, que, no caso de Foz do Iguaçu, é a Língua Portuguesa. Certamente o ideal seria que as crianças bilíngues Português/Espanhol tivessem a oportunidade de desenvolver plenamente os dois idiomas, em escola bilingue Português e Espanhol. Não sendo este o caso, é importante que a escola proporcione o aprendizado da Língua Portuguesa, por meio de atividades que iniciem pelo desenvolvimento da oralidade. Atividades envolvendo músicas, contação de histórias, rodas de conversas e poemas, parlendas e travalínguas do folclore brasileiro, podem ser instrumentos para que as crianças tenham contato com a Língua Portuguesa aprendendo suas normas, sem que isso se constitua como imposição arbitrária e fomento ao preconceito linguístico.

3. Considerações finais

No processo de alfabetização, ao ensinar as relações entre letras e sons, se o professor tiver em conta o modo como a criança fala, poderá mais facilmente intervir, ensinando os vários sons que cada letra tem e, ao mesmo tempo, comparando a fala da criança com a norma, não no sentido de desvalorização, mas de partir da diversidade em prol do ensino e pleno desenvolvimento da leitura e da escrita.

REFERÊNCIAS

ANDRÉ, Tamara Cardoso. Os usos do livro didático de alfabetização em Foz do Iguaçu, 2010. Estudo Etnográfico. Curitiba, PR: CRV, 2014.

BAGNO, Marcos. Preconceito linguístico: que é, como se faz. São Paulo: Edições Loyola, 2011.

BERGER, Isis Ribeiro. Atitudes de professores brasileiros diante da presença do espanhol e do guarani em escolas na fronteira Brasil-Paraguai. Signo y Seña. N. 28, dezembro de 2015, p. 169-185. Bahia. Disponível em <http:/revistas.filo.uba.ar/index.php/sys/index>. Acesso em: 10/07/2016.

BLANCHE-BENVENISTE, Claire. A escrita, irredutível a um código. In: FERREIRO, Emília (org). Relações de (in)dependência entre oralidade e escrita. Porto Alegre: ARTMED, 2004, p. 13-26.

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CAGLIARI, Luiz Carlos. Alfabetização e lingüística. São Paulo: Scipione, 2008.

DUBÔIS, Jean. GIACOMO, Mathée. GUESPIN, Louis. MARCELLESI,  Jean-Baptiste. MEVEL, Jean-Pierre. Dicionário de Lingüística. São Paulo: Cultrix, 1973.

SALGADO, Hugo. De la Oralidad a la escritura. Propuesta didáctica para la construcción inicial de la lengua escrita. Buenos Aires: Magisterio del Río de La Plata, 1995.

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SILVA, Thaïs Cristófaro. Fonética e Fonologia do Português. Roteiro de estudos e guia de exercícios. São Paulo: Contexto, 2007.

 

Autor

Tamara Cardoso André: Pedagoga, Doutora em Educação, professora da Universidade Estadual do Oeste do Paraná, Campus Foz do Iguaçu, no Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu Mestrado em Ensino e no Curso de Pedagogia  Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Daniela Fonseca da Silva Salgado: Pedagoga, Mestranda em Ensino na Universidade Estadual do Oeste do Paraná, Professora da Rede Municipal de Foz do Iguaçu nos anos iniciais do ensino fundamental Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.