A fobia social é um transtorno mental grave que gera sofrimento e perdas de oportunidades.

Resumo

A presente pesquisa objetivou verificar se os alunos de graduação em Psicologia de uma instituição de ensino superior em Fortaleza possuem indícios de fobia social. Para tanto, realizou-se uma pesquisa survey do tipo descritiva, de cunho quantitativo mediante uma amostra não probabilística por conveniência, composta por 131 alunos de Psicologia de diferentes semestres. Eles responderam a escala de Liebowitz para a Ansiedade Social (LSAS) e um questionário sociodemográfico, analisados por meio de estatística descritiva e bivariada, com auxílio do programa estatístico SPSS (Statistical Package for the Social Sciences). Observaram-se nos resultados pontuações indicativas de fobia social em 32,06% (f = 42) dos alunos. Fato preocupante, haja vista que pode refletir no medo de falar em público, gerando sofrimento e repercutindo em desistência do curso. Conclui-se a necessidade de tomar medidas preventivas e curativas para cuidar dos futuros profissionais que trabalharão com a saúde mental da população.

Palavras-chave: Transtornos Fóbicos; Aluno; Psicologia

Introdução

A fobia social é um transtorno mental grave que gera sofrimento e perdas de oportunidades. Pode ser descrita como o medo acentuado e persistente de situações sociais as quais o indivíduo está exposto como, por exemplo, interagir socialmente, chamar a atenção dos outros, demonstrar sintomas de ansiedade e ser avaliado negativamente (AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION, 1988; MAGALHÃES, 2010; PEREIRA, 2012). Nesse quadro, ao mesmo tempo em que o indivíduo quer se adequar ao contexto social, não sabe como fazê-lo, por ser considerar pouco competente e acreditar que algum evento prejudicará a sua imagem, levando-o a perder a consideração pública (FALCONE, 1955).

Devido tais crenças, a exposição à situação social temida provoca uma resposta de ansiedade intensa que pode chegar a um ataque de pânico. Por esse motivo, essas situações são evitadas ou suportadas com intenso medo e ansiedade, desproporcionais ao perigo causado pela situação social. Esse fato pode acarretar uma limitação nas áreas sociais, ocupacionais ou outras áreas importantes de funcionamento. Realidade que atinge cerca de 2% a 3% da população mundial, que tem sua socialização prejudicada por conta de quadros de fobia social (AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION, 1988; SCHNEIER et al., 1992).

A respeito do ambiente acadêmico, percebe-se que, por haver uma exigência sobre o universitário em relação a fatores como responsabilidade, compromissos, maturidade e profissionalismo, o estudante passa por situações e vivências que despertam medo e ansiedade para qualquer aluno. Contudo, os universitários que apresentam quadros de fobia social possuem ainda mais dificuldade, por sofrerem receio de passar inclusive por situações comuns do dia-a-dia acadêmico, como apresentar trabalhos, tirar dúvidas em sala de aula ou mesmo interagir com colegas. A consequência disso é o baixo desempenho acadêmico, reprovações, dúvidas quanto à escolha profissional ou até mesmo a desistência do curso universitário (PEREIRA, 2012; ZIMBARDO, 2002; WAGNER; WAHL; CECCONELLO, 2014). Nesse sentido, a fobia social pode prejudicar o desempenho acadêmico dos estudantes nas universidades, tendo em vista que a interação social e a exposição representam aspectos valorizados no meio acadêmico (SOARES; DEL PRETTE, 2015).

Além disso, após a formação da graduação, a fobia social pode afetar também a carreira dos futuros profissionais, sobretudo em profissões que exigem um bom domínio das relações interpessoais, em virtude do requisito de níveis elevados de competência social pelo mercado de trabalho. Deve-se, em vista disso, levar em conta que as habilidades como escuta e empatia são fundamentais para o sucesso profissional (SOARES; DEL PRETTE, 2015; ESCUDERO; 1999; AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION, 1988).

Nesse âmbito, a Psicologia, em seus variados campos de trabalho, tais como as áreas clínica, escolar e organizacional, é uma profissão que exige habilidades sociais, haja vista que o trabalho do psicólogo é realizado a partir da relação entre o profissional e o cliente/paciente. É sabido, pois, que os psicólogos que possuem um alto grau dessas competências, proporcionam resultados mais eficazes em comparação com profissionais que apresentam déficit nessas aptidões (CARNEIRO; TEIXEIRA, 2011; AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION, 1988). Trabalho que pode se tornar difícil para os indivíduos que apresentam fobia social, especialmente por essa patologia geralmente não ser percebida pelos outros. Isso porque a reações da fobia social podem ser confundidas com uma simples timidez, ou com outras psicopatologias (PEREIRA; WAGNER; OLIVEIRA, 2014; BARROS NETO, 1996).

Observa-se, portanto, que, apesar de presente na sociedade, a fobia social ainda é uma psicopatologia que passa despercebida, seja por confundir-se com a timidez entre os leigos, seja pelo diagnóstico de outras patologias associadas entre os profissionais. Faz-se necessário, desta forma, um maior investimento de pesquisas sobre o tema, tendo como foco diferentes públicos, dentre eles os estudantes, por ser uma patologia que pode desestimular, ou até mesmo, interromper sua carreira acadêmica. Diante do exposto, a presente pesquisa tem como objetivo avaliar se os alunos de graduação em Psicologia de uma instituição de ensino superior em Fortaleza possuem fobia social.

Método

O presente estudo trata-se de uma pesquisa survey do tipo descritiva, de cunho quantitativo, que pretende conhecer e aprofundar-se sobre essa temática. Contou-se com a participação de alunos de graduação de Psicologia de uma universidade particular de Fortaleza. Como critério de inclusão, considerou-se alunos que cursavam Psicologia na instituição, regulamente matriculados, que frequentavam as aulas, de qualquer semestre, maiores de 18 anos. Excluíram-se os alunos que não preenchiam alguns dos requisitos citados. Contou-se com uma amostra não probabilística por conveniência, composta por 131 alunos de diferentes semestres (ver Tabela 1). Os alunos possuem em média 28,75 anos (DP = 10,31), com variações entre 18 e 66 anos. A maioria são mulheres (f = 113; 86,30%), havendo poucos homens (f = 17; 13,70%), com renda mensal (M = 8.215,23; DP =11.460, 48). A maioria dos alunos está atrasado no seu currículo escolar (f = 74; 56,50%). Em uma escala de 0 a 10, avaliam a universidade com nota 8,28 (DP = 1,25) e ao curso com nota 8,71 (DP = 1,05), considerando-se ambos bem avaliados. Evidencia-se que a maioria dos alunos (f = 72; 55,00%) não faz terapia e que 91 (71,70%) afirmam não usar drogas ilícitas, embora um número considerável de 36 alunos (28,30%) afirme usar de 1 a 7 vezes por semana.  

    Tabela 1. Distribuição dos participantes por semestre em curso na universidade

Semestre

Frequência

Semestre 1

0

Semestre 2

01

Semestre 3

08

Semestre 4

03

Semestre 5

01

Semestre 6

24

Semestre 7

07

Semestre 8

24

Semestre 9

33

Semestre 10

30

 

Foi utilizada a escala de Liebowitz para a Ansiedade Social (LSAS) que objetiva determinar o leque de interações sociais e situações de desempenho que indivíduos com fobia social temem ou evitam; e serve para avaliar a existência ou não de fobia social e medir seu nível. A escala inclui 24 itens. Cada item consiste numa determinada situação, que deve ser classificada de 0 a 3, em termos da ansiedade que provoca e da frequência do seu evitamento.

Ressalta-se ainda que o projeto de pesquisa foi autorizado pela direção da universidade e aprovado por comitê de ética em pesquisa, por meio do parecer N. 789.909, em 12.09.2014. A coleta de dados se deu entre fevereiro e junho de 2016, dentro da instituição, nas áreas de convivência e circulação. Para tanto, foi feito contato com os alunos, explicando os objetivos da pesquisa e solicitado sua autorização por escrito, via Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE), e para aqueles que aceitaram participar, foi aplicado o instrumento em sala de aula, de forma autoaplicável.

Por fim, os dados foram analisados com auxílio do programa estatístico SPSS (Statistical Package for the Social Sciences), versão 20, em duas partes: 1) por meio de estatísticas descritivos, foram feitas as análises do perfil da amostra e dos índices de fobia Social; 2) por meios dos testes Mann-Whitney e Kruskal-Wallis foram realizadas comparações na amostra, em relação aos dados biodemográficos.

Resultados

A escala de Liebowitz para a Ansiedade Social (LSAS) tem o objetivo de determinar o leque de interações sociais e situações de desempenho que indivíduos com fobia social temem ou evitam. Trata-se de uma ferramenta muito utilizada para avaliar a ansiedade social. Como toda avaliação psicológica, não deve ser considerada isoladamente, sem o uso de outras técnicas de compreensão do sujeito e avaliação de dados, mas serve como indicativo de necessidades a serem analisadas.

Está organizada em duas subescalas: uma apresenta a ansiedade/medo de situações e a outra apresenta a frequência do evitamento da situação, sendo o somatório o indicativo da medida da intensidade da fobia social.

Na subescala “Ansiedade/medo”, cuja pontuação mínima e máxima pode variar entre 0 e 72 pontos, os alunos apresentaram uma pontuação total média de 22,39 pontos (DP = 12,14), com pontuações que variaram entre 1 e 66 pontos. Na subescala “Evitamento”, com pontuação que também pode variar entre 0 e 72 pontos, os alunos apresentaram uma pontuação total média de 22,53 pontos (DP = 11,82), com pontuações que variaram entre 0 e 65 pontos. No somatório da pontuação da escala total, para avaliação da fobia social, que pode variar entre 0 e 144 pontos, os alunos apresentaram 43,30 pontos (DP=22,60), com notas variando entre 2 e 131.

Na interpretação dos resultados, constatou-se que, dos 131 alunos, 42 (32,06%) apresentam índices indicativos de fobia social em algum nível (moderado, médio, grave ou muito grave) (ver Tabela 2).

Tabela 2. Distribuição dos participantes por nível de fobia social

Nível de fobia social

Pontuação diagnóstica

Frequência de alunos

Porcentagem de alunos

Sem Fobia Social

< 55

89

67,94

Fobia Social moderada

55 – 65

15

11,45

Fobia Social média

66 – 80

23

17,56

Fobia Social grave

81 – 95

3

2,29

Fobia Social muito grave

> 95

1

0,76

 

Destaca-se ainda que um número considerável de alunos (f = 64; 48,90%) afirma ser tímido. Em uma escala de 0 a 10, atribuem nota 7,52 (DP = 1,67) para sua sociabilidade.

Em seguida, foram realizadas comparações dos índices de fobia social em função dos dados sociodemográficos. Constatou-se que não existem diferenças estatisticamente significativas entre os alunos de diferentes semestres (10,23; p > 0,05), nem entre os alunos que estão atrasados na sua grade de disciplinas e os que estão regulares (U = 1679,00, p > 0,05). Por outro lado, evidenciaram-se diferenças significativas (U = 1280,50, p < 0,05) entre os alunos de acordo com a timidez. Ressalta-se, pois, que os alunos que se consideram tímidos apresentaram maiores pontuações (M = 78,49) que os não tímidos (M = 52,90).

Discussão

A partir dos resultados do presente estudo percebeu-se na subescala “Ansiedade/medo”, um percentual significativo de ansiedade apresentado pelos alunos, tendo em vista que a pontuação total média foi de 22,39 pontos (DP = 12,14). A ansiedade é caracterizada como um sentimento de medo e apreensão, definido a partir de uma tensão derivada da antecipação de um perigo desconhecido. Desta forma, a ansiedade pode resultar em uma interferência da qualidade de vida desses estudantes como consequência de uma perturbação emocional (CASTILLO et al., 2000).

Na subescala “Evitamento”, os alunos também apresentaram uma pontuação considerável de 22,53 pontos (DP = 11,82). É preciso ressaltar que o evitamento de situações de ansiedade, apesar de possuir o propósito de minimizar o stress e a ansiedade, interfere na rotina do indivíduo e suscita na limitação de sua vida cotidiana, afetando aspectos pessoais e profissionais de sua rotina, uma vez que circunstâncias desconfortáveis são comuns no dia-a-dia da profissão do psicólogo (MAGALHÃES, 2010; CARNEIRO; TEIXEIRA, 2011).

Assim, esses futuros psicólogos podem apresentar um rendimento inferior na área profissional, sobretudo na clínica, tendo em vista que, ao clinicar estes podem se deparar com situações que lhe sejam desconfortáveis no atendimento, no entanto, para a eficácia terapêutica, é necessário que o psicólogo saiba lidar com situações incômodas. Destaca-se que essas evasões de situações de ansiedade, em casos extremos, podem ainda culminar em isolamento social (CARNEIRO; TEIXEIRA, 2011).

Constata-se ainda que, ao realizar o somatório da pontuação da escala total, pode-se averiguar que 42 dos 131 estudantes entrevistados apresentam índices de fobia social em algum nível, apontando uma pontuação de 43,30 pontos (DP=22,60). Dados que corroboram com a literatura, na qual se evidencia a existência de fobia social entre estudantes universitários (PEREIRA, 2012; WAGNER; WAHL; CECCONELLO, 2014).

Um resultado que torna preocupante a formação desse profissional da Psicologia, já que é uma profissão que exige a espontaneidade e onde se espera que o profissional seja extrovertido, pois ele vai lidar cotidianamente com pessoas em suas diversas áreas, seja nas organizações, em hospitais, escolas, ou clínica. Haverá, pois, sempre situações em que será necessário lidar com os pacientes que são atendidos, ou falar com autoridade com um colaborador e, principalmente, em público (PEREIRA, 2012; WAGNER; WAHL; CECCONELLO, 2014; ESCUDERO, 1999).

Além disso, é necessário lembrar que a fobia social é uma psicopatologia que pode ter reflexo no percurso do curso, interferindo negativamente no cotidiano do sujeito de forma a incapacitá-lo em situações comuns do dia a dia, como o medo de falar em público, de tirar dúvidas em sala de aula, de conversar com colegas, ou mesmo de realizar atividades em grupo, o que traz sofrimento ao aluno (SOARES; DEL PRETTE, 2015).

Um problema que pode acarretar não só a desistência do curso, mas, também no seu desempenho acadêmico. Um trajeto que por si, já é extenso, variado e desafiador, mas que pode ser perverso para alunos que tem dificuldades em lidar com disciplinas tão diferenciadas, que exigem métodos didáticos distintos, desde as mais introspectivas às mais extrospectivas: da estatística à anatomia, passando pela filosofia, sociologia, antropologia, pedagogia (PEREIRA, 2012; ZIMBARDO, 2002; WAGNER; WAHL; CECCONELLO, 2014).

De acordo com os resultados, verificou-se também que, estatisticamente, não existem disparidade expressiva entre os alunos de diferentes semestres. Foi observado, ainda, que não há também diferenças entre os alunos que se encontram atrasados quanto à grade curricular e aos que estão proporcionais a ela. Desse modo, pode-se inferir que a presença e o grau de ansiedade não se relacionam ao quadro acadêmico, aos quais os alunos se encontram, e sim ao ambiente em que estão inseridos (NARDI, 2000; SCHNEIER et al., 1992).

Apontam-se também resultados que indicam diferenças consideráveis relacionadas à timidez, haja vista que os alunos que se consideram tímidos apresentaram maiores pontuações que aqueles que não se consideram tímidos. Evidencia-se, portanto, que, reconhecendo ou não o diagnóstico de fobia social, a maioria dos alunos que possuem índices de fobia social na escala reconhece a característica de timidez.

A timidez é um aspecto comum entre os indivíduos, sendo em sua maioria dos casos, uma característica que não afeta gravemente as relações pessoais deste e não gera o evitamento de situações consideradas desagradáveis por ele. Já a fobia social interfere de forma significativa na vida social dos indivíduos que a apresentam, levando em conta que o indivíduo que está inserido em um quadro de fobia social concentra sua atenção em si mesmo, preocupando-se com a sua imagem e analisando a todo o momento se está permitindo transparecer sinais de ansiedade, em detrimento da tarefa social em si (MAGALHÃES, 2010).

Nesse sentido, a timidez apesar de ser relacionada à fobia social é considerada uma peculiaridade não patológica. Deste modo, a timidez pode, muitas vezes, camuflar o índice de fobia social, dificultando a identificação e o tratamento dessa psicopatologia. Assim, o que aparenta ser um incômodo ao realizar atividades sociais, pode, na verdade, ser um indício de um transtorno de fobia social. É preciso, portanto, desmascarar a fobia social escondida atrás de uma timidez e de seus sintomas silenciosos (MAGALHÃES, 2010).

Conclusão

Diante da pesquisa realizada para verificação de existência de indícios de fobia social no curso de graduação de Psicologia, atentou-se para o fato de que muitos alunos que, aparentemente, trazem uma simples dificuldade de falar em público, uma timidez, na realidade podem trazer um problema muito mais sério camuflado. Observou-se, pois, que dos 131 alunos, entrevistados, 42 (32,06%) apresentam índices indicativos de fobia social em algum nível, ao passo que há pontuações maiores de fobia social nos alunos que se auto avaliaram como tímidos do que os que não se julgam tímidos, característica comum para os indivíduos que apresentam um quadro de fobia social.

Dentre os resultados encontrados, pode-se constatar também que as incidências de níveis de ansiedade não estão relacionadas à situação acadêmica, mas ao ambiente acadêmico, levando em conta a não existência de diferenças significativas entre estudantes que cursam semestralidades diferentes; e entre os que estão atrasados e os que se mantém regulares na grade disciplinar da graduação.

Percebeu-se, desta forma, que os resultados desse trabalho são de significativa importância para a área de estudos desse problema, pois ajuda a compreender o universo desses estudantes universitários de Psicologia, além disso, irá contribuir para aumentar gradualmente o conhecimento sobre a temática e possibilitar o desenvolvimento de ações curativas, preventivas e de promoção de saúde que poderão melhorar a qualidade de vida dos discentes. Faz-se necessário, portanto, a ampliação de pesquisas sobre o tema e a verificação de como a fobia social encontra-se no meio acadêmico.

Referências

AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION. Diagnostic and statistical manual of mental disorders DSM-III. Washington, DC, 1988.

BARROS NETO, T. P. Perfil psicopatológico e transtornos de personalidade em uma amostra de pacientes com diagnóstico de fobia social. 1996. Dissertação (Mestrado em Medicina) - Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, São Paulo. 1996

CARNEIRO A.A., TEIXEIRA C.M. Avaliação de Habilidades Sociais em alunos de graduação em Psicologia da Universidade Federal do Maranhão. Psicologia Ensino & Formação, Taubaté, 2011. Disponível em: <http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2177-20612011000100005>

CASTILLO et al. Transtornos de ansiedade. Rev. Bras. Psiquiatr., São Paulo, v. 22, n 2, p. 20-23, 2000. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1516-44462000000600006&lng=en.  http://dx.doi.org/10.1590/S1516-44462000000600006>

ESCUDERO, R. M. P..Assessoria comportamental no manejo do medo de falar em público. Dissertação de Mestrado, PUCAMP, Campinas, São Paulo, 1999.

FALCONE, E. M. O. Fobia Social. Em B. Rangé (Org.). Psicoterapia Comportamental e Cognitiva de Transtornos Psiquiátricos, p. 133-149. Editoral PSY II. 1995.

SCHNEIER, F.R. et al. Social phobia. Comorbidity and morbidity in an  epidemiologic sample. Arch Gen Psychiatry v.49, 282-8, 1992.

MAGALHAES, R. T. S. Da Timidez à fobia social. São Paulo, 2010.

NARDI, A. E. Transtorno de Ansiedade Social: Fobia Social – A Timidez Patológica. Rio de Janeiro: MEDSI, 2000.

PEREIRA A.S., WAGNER M.F., OLIVEIRA M.S. Déficits em habilidades sociais e ansiedade social: avaliação de estudantes de psicologia. Psicologia da Educação, São Paulo, 2014. Disponível em: <http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1414-69752014000100010>

PEREIRA, S. M. O estudo da prevalência da fobia social entre estudantes universitários de direito. Juiz de Fora. 2012. Dissertação (Mestrado em Psicologia) – Universidade Federal de Juiz de Fora; MG. 2012. Disponível em: <http://www.ufjf.br/ppgpsicologia/files/2010/01/Sabrina-Maura-Pereira.pdf>

SOARES, A. B.; DEL PRETTE, Z. A. P. Habilidades sociais e adaptação à universidade: Convergências e divergências dos construtos. Aná. Psicológica, Lisboa ,  v. 33, n. 2, p. 139-151, jun. 2015.   Disponível em <http://www.scielo.mec.pt/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S087082312015000200001&lng=pt&nrm=iso>

WAGNER, M. F.; WAHL S. D. Z; CECCONELLO, W. W. Sintomas de fobia social no ensino superior: uma amostra de população feminina. Psicologia da Saúde, Rio Grande do Sul, 2014. Disponível em: <https://www.metodista.br/revistas/revistas-ims/index.php/MUD/article/viewFile/4609/4884>

ZIMBARDO, P. A timidez. (trad. M. P. Monteiro). Lisboa: Edições 70, 2002.

 

Autor(es)

Cynthia de Freitas Melo – Psicóloga. Doutora em Psicologia. Professora do Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade de Fortaleza. Coordenadora do Laboratório de Estudos e Práticas em Psicologia e Saúde (LEPP-Saúde). Email: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Vanuza Ferraz Flores Rocha – Graduada em Psicologia pela Universidade de Fortaleza. Email: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Bárbara Jéssyca Magalhães - Psicóloga. Mestranda em Psicologia pela Universidade de Fortaleza. Email: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

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