O presente artigo visa expor os resultados obtidos através de revisão bibliográfica, sobre a importância do ensino da leitura e  escrita na Educação Infantil, abordando questões relevantes tendo como tema o desenho infantil, sua importância no desenvolvimento da criança e sua relação com a linguagem escrita.

Resumo

O presente artigo visa expor os resultados obtidos através de revisão bibliográfica, sobre a importância do ensino da leitura e  escrita na Educação Infantil, abordando questões relevantes tendo como tema o desenho infantil, sua importância no desenvolvimento da criança e sua relação com a linguagem escrita. O estudo baseia-se na perspectiva construtivista  através da análise de obras dos principais autores referentes ao tema. O objetivo principal é auxiliar o professor na identificação das  primeiras características do desenho infantil e no reconhecimento de sua importância para o desenvolvimento integral da criança, propondo práticas pedagógicas que direcionem a criança à aquisição da linguagem escrita.

Palavras-chave: desenho infantil, leitura, escrita, educação infantil.

Abstract

This article aims to explain the results obtained from literature review, on the importance of teaching reading and writing in kindergarten , addressing relevant issues on the theme of the children's drawing , its importance in child development and its relationship with the written language. The study is based on the constructivist perspective by analyzing works of the main authors on the topic . The main goal is to help the teacher in the identification of the first characteristics of the children's drawing and recognition of its importance for the development of children , proposing pedagogical practices that direct the child to the acquisition of written language.

Keywords: children's drawing , reading, writing , early childhood education.

Introdução

Não há como negar que desde pequenas as crianças estão em contato com a linguagem escrita em seu cotidiano antes mesmo de ingressarem nas instituições de ensino. Esse fato nos leva a refletir sobre a importância do ensino da leitura e da escrita para as crianças da Educação Infantil.

Durante anos as instituições de ensino e os profissionais em educação consideravam que havia um momento certo para o ensino da leitura e da escrita, associando-se a essa crença a ideia de prontidão da criança, relacionada à maturidade biológica. Dessa forma, as instituições de ensino infantil eram caracterizadas por atividades de preparação para a alfabetização.

Essa concepção de ensino considerava a aprendizagem da linguagem escrita como aquisição de um sistema de codificação, organizando as atividades em sequências e na maioria das vezes com repetição, com intuito de facilitar a aprendizagem das crianças, porém pesquisas na área da linguagem e da escrita tendem a reconhecer que o processo de alfabetização está associado tanto à construção da linguagem escrita como da linguagem oral. Visto que as reflexões da criança sobre a leitura e escrita se iniciam antes de seu ingresso na escola.

Na verdade, o processo de aprender a ler e escrever começa no primeiro ano de vida, com os gestos da criança, além das primeiras palavras, e a partir das interações que realiza com o mundo letrado, suas hipóteses de como se lê e escreve podem evoluir mais rápida ou lentamente.

Assim, compreende-se que alfabetização não deve ser entendida como a transmissão de um sistema de codificação e repetição, mas sim, como um processo no qual as crianças precisam pensar, resolver problemas lógicos para alcançarem a compreensão de como se escreve e lê.

Mesmo se tratando de crianças na  Educação Infantil, as reflexões sobre a função e o significado da escrita estão presentes. Dessa forma, o enfoque pedagógico é redirecionado e a ênfase é dada ao modo como se aprende e não ao modo como se ensina a ler e escrever.

Apesar dos estudos atuais sobre esta questão são inúmeras as dúvidas de educadores quanto a importância do ensino de leitura e escrita para as crianças na Educação Infantil e, sobretudo, quanto ao modo de desenvolver tal trabalho, incorrendo muitas vezes em interpretações errôneas ou simplesmente não oferecendo a devida atenção ao processo.
Dessa forma, a presente pesquisa bibliográfica visa discutir os aspectos e conceitos mais relevantes desta temática encontrados nos autores da referente pesquisa.

Para tanto no decorrer desse trabalho será abordado, assuntos pertinentes que  auxiliam na compreensão do tema estudado.

Analisaremos os documentos oficiais sobre a educação infantil e a sua postura em relação ao desenvolvimento da leitura e escrita pelas crianças.

E por fim, será abordada a importância do desenho e da prática pedagógica no desenvolvimento da leitura e escrita na Educação Infantil, seguindo-se a essas as considerações finais sobre o tema.

A leitura e escrita na Educação Infantil

            A criança na abordagem tradicional era vista como receptora de conhecimento, ou seja, um ser que não conseguia pensar, e sim receber estímulos por imitação e reforço positivo, hoje  isso mudou, ela passou a ser agente de aprendizagem, capaz de construir o seu conhecimento através da interação com os outros e com o meio em que vive, segundo Cardoso (2012).

            É necessário observar de que forma os sistemas responsáveis pela educação de crianças pequenas tem organizado essa modalidade de ensino. De que maneira os documentos legais da área apresentam a educação infantil e a preocupação com a aquisição da leitura e escrita pelas crianças.

Com expansão da educação infantil no Brasil, gerada pela intensificação da urbanização, pela participação da mulher no mercado de trabalho e pelas mudanças na estrutura das famílias, houve uma mobilização dos órgãos governamentais e da sociedade civil para a educação infantil fosse reconhecida como um direito legal.

Após um longo processo, em 1996, com a promulgação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB (lei 9.394) fica estabelecido o direito ao atendimento gratuito de crianças em creches e pré-escolas. (LDB, 1996, Artigo 29).

Craidy in Craidy & Kaercher, esclarece que a partir dessa concepção:

As creches e as pré-escolas são direito tanto das crianças como de seus pais e são instituições de caráter educacional e não simplesmente assistencial como muitas vezes foram consideradas. (CRAIDY In CRAIDY & KAERCHER, 2001, p.24)

Dessa forma, os órgãos governamentais, reconhecendo seu papel e sua responsabilidade do desenvolvimento, com qualidade, da educação nacional propõem a elaboração de referenciais, parâmetros que norteiem o trabalho nos diferentes níveis de ensino.

Em se tratando da educação das crianças pequenas o RCNEI (Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil) se configura em um documento com características peculiares, pois considera as especificidades das crianças de 0 a 6 anos.

            Os RCNEI’s trazem as concepções de diversos autores sobre a leitura e escrita e as novas abordagens utilizadas para seu ensino, nas escolas de educação infantil. Tais concepções adotadas nos documentos revelam uma preocupação não mais com o ensino da língua e sim com a aprendizagem, enfocando como objeto de estudo a psicogênese da escrita e da leitura, ou seja, o conhecimento das bases psicopedagógicas que levam à aquisição dessas capacidades.

Para o RCNEI, a aprendizagem da linguagem é de suma importância, pois esta se constitui em uma ferramenta de inserção e participação nas diversas práticas sociais. Sendo assim, traz em seu documento o eixo específico de Linguagem Oral e Escrita, apresentando os objetivos, conteúdos e orientações didáticas da área. Este eixo apresenta separadamente as capacidades associadas às competências linguísticas básicas: falar, escutar, ler e escrever, que as crianças devem desenvolver gradativamente.

Segundo o RCNEI (1998), a criança vai criando hipóteses a respeito de como se lê ou se escreve, dependendo da importância, da frequência e da qualidade de suas interações com esse objeto de conhecimento. Por isso a necessidade do contato com a escrita nas instituições de educação infantil, ressaltando que esse processo de letramento está associado tanto à construção do discurso oral como do discurso escrito e que é um processo de resolução de problemas de natureza lógica, ou seja, é preciso pensar sobre a leitura e escrita para compreendê-las. (p.121 e 122).

Para o RCNEI (1998) o ensino da linguagem oral nas instituições de educação infantil deve ir além da memorização de palavras ou sons, deve estar articulado com a reflexão e o pensamento, possibilitando a participação em diversos contextos de ampliação das capacidades de comunicação oral. (p.125 e 127).

Quanto ao desenvolvimento da escrita o RCNEI (1998) argumenta que as crianças desde muito pequenas estão em contato com essa linguagem e que ainda cedo passam a refletir sobre a função e o significado da escrita. Por isso  a importância de um trabalho bem planejado em Linguagem Oral e Escrita com crianças nessa faixa etária. (p.127)

Antes de compreendê-lo em sua complexidade as crianças elaboram hipóteses provisórias sobre o sistema de escrita. Diante desse fato o Referencial traz orientações que possibilitam ao educador auxiliar o aluno a avançar em suas idéias e se apropriar do sistema de leitura e escrita.

É, portanto, dever da educação infantil criar um ambiente alfabetizador, para que as crianças possam entrar em contato com situações de uso da escrita e da leitura, enriquecendo suas experiências sobre esse objeto de conhecimento, para ampliá-las no futuro, se necessário.

As concepções apresentadas para Educação Infantil irá  dar continuidade, porém de forma mais incisiva, já que se constitui como objeto de Língua Portuguesa para o primeiro ciclo  (1° ao 3° ano) a aquisição das bases para leitura e escrita.

O PCN também reforça que:

Os conhecimentos linguísticos construídos por uma criança que inicia o primeiro ciclo serão tanto mais aprofundados e amplos quanto o permitirem as práticas sociais mediadas pela linguagem das quais tenha participado até então. (PCN, Vol.2, 1997, p.101)

Nesse sentido, cabe à escola ensinar a partir daquilo que os alunos já conhecem sobre a língua. Quando ao enfoque dado ao ensino da escrita, o documento enfatiza o papel da ação e reflexão do aluno no processo de alfabetização e a importância da intervenção pedagógica, realçando também a necessidade de uma contextualização do ensino da escrita, obtida pelo uso de textos como abordagem educativa, por exemplo. (PCN, Vol.2, 1997, p.35)

Como as crianças se expressam através da linguagem escrita

Como observamos, a aquisição da linguagem oral e escrita pelas crianças se constitui em um dos aspectos mais relevantes da educação infantil, pois está relacionada a sua formação como sujeito, à sua capacidade de comunicação e ao próprio desenvolvimento do pensamento e raciocínio lógico. (RCNEI, 1998).

Felizmente, algumas instituições de ensino infantil, outrora preocupadas apenas com o “cuidar’, atualmente já compreendem a necessidade do desenvolvimento de ações educativas voltadas a ampliação do saber das crianças em todas as áreas do conhecimento.

É nesse contexto que surgiu uma maior preocupação com a aprendizagem da leitura e escrita (entre outras aprendizagens) pelas crianças na faixa etária de 2 a 5 anos que se encontram, portanto, em idade pré-escolar.

Segundo Edwards (1999) o desenho infantil antecede o caminho para a leitura e escrita e aparece muito antes da entrada da criança na escola, porém há uma mudança qualitativa no grafismo a partir do seu ingresso neste novo mundo.

Dessa forma, as instituições de ensino infantil necessitam ampliar seus olhares com relação ao processo criativo, reconhecendo a importância do desenho no desenvolvimento da leitura e escrita, como veremos  a seguir.

A função do desenho

A partir do dois anos de idade a criança se encontra no estágio inicial do desenvolvimento gráfico infantil, denominado como fase das garatujas, e pode apresentar, como manifestação da capacidade representativa, a indiferenciação ou diferenciação do grafismo do desenho e da escrita, ou seja, dependendo de seu nível a criança apresenta traços, rabiscos sem diferenciar o desenho da escrita ou apresentando essa distinção. (SEDER, 1997).

Esse fato é importante, pois comumente as produções gráficas das crianças não recebem a devida atenção por parte dos professores, que não estão preparados para avaliá-las de maneira correta, nem para intervir de forma a auxiliar no desenvolvimento da aprendizagem.

Nos anos de 1970, uma pesquisadora americana Rhoda Kellog, estudou os “rabiscos” das crianças. Em suas pesquisas, com uma grande quantidade de desenhos de crianças do mundo todo, observou cerca de vinte rabiscos básicos, como podemos ver no quadro abaixo:

Reprodução                                    Fonte: Revista Nova Escola, edição 228 em Dezembro de 2009

“Kellog mapeou 20 tipos de rabiscos de crianças de até dois anos de idade, produzidos de maneira bastante primitiva em variadas combinações. Um tempo adiante, essas linhas convergem para seis diagramas básicos: círculo ou oval, quadrado ou retângulo, triângulo, cruz ou X e formas irregulares. A eles, depois são agregados elementos como sóis, linhas radiais, perímetros e figuras humanas.” (REVISTA NOVA ESCOLA, 2009)

            A pesquisadora americana, pode observar os avanços, por meio dos primeiros desenhos, passando por formas mais complexas que ela chamou de diagramas, combinações e conjuntos, de acordo com COX (2007).

Para que ocorra esse avanço é necessário tanto o desenvolvimento motor, quanto à interação social e as informações recebidas pela criança oriundas da sociedade.

As crianças provenientes das sociedades desenvolvidas, onde há uso corrente da leitura e escrita, recebem desde muito pequenas informações através de imagens e atualmente coma globalização e a presença cada vez maior dos computadores e smartphones nos lares, a criança se depara cada vez mais com fotos, imagens, desenhos, associados ou não à escrita e passam a reproduzi-los em seus desenhos e a compreender a seu modo a importância destas imagens para a comunicação em sociedade.

A evolução da criança partindo do desenho até a escrita é gradativa e individual, porém deve ser estimulada e despertada através do contato com imagens e da interação da criança com os colegas e professor. Quanto maior o contato e as informações recebidas e quanto mais a criança interagir, maior será o desenvolvimento da escrita.

Edwards (1999) reforça que o desenho criado, para a criança. É o diálogo com o mundo na busca de registrar, expressar e construir novos olhares sobre o apreendido por meio do processo criativo.

Devido ao contato permanente com a linguagem escrita, a criança passa a refletir sobre sua função e significado e ao perceber que ela representa algo passa a reproduzi-la em seus desenhos, no começo através de traços que se distinguem do desenho.

O próximo passo é a apropriação das letras que compões o seu nome, até chegar a outras palavras. Devido a isso é de extrema importância que o trabalho do professor não seja voltado apenas a fazer com que o aluno da Educação Infantil, saiba ler palavras simples, por meio de cópias, ensino de sílabas, conforme  Brandão (2011)

Tradicionalmente o ensino da leitura e da escrita tem se baseado em dois tipos fundamentais de métodos de ensino: o sintético, que parte de elementos menores que a palavra e o analítico que parte da palavra ou de unidades maiores, porém, a partir dos estudos realizados por Emília Ferreiro (FERREIRO & TEBEROSKY, 1999) houve um redirecionamento da compreensão acerca das relações entre a criança e a escrita, pois esta descreveu a psicogênese da língua escrita, apresentando ideias de como se aprende a escrever.

Por meio dos estudos de Ferreiro tornou-se possível conhecer o que as crianças pensam sobre a escrita e os níveis estruturais da linguagem escrita, conhecidos como hipóteses de escrita, que podem explicar as diferenças individuais e os diferentes ritmos das crianças. (FONTANA & CRUZ, 1997), ou seja,  antes de compreender o sistema de escrita em toda a sua complexidade a criança elabora ideias e hipóteses provisórias. Essas hipóteses diferem entre crianças da mesma faixa etária dependendo, entre outros motivos, do grau de letramento de seu ambiente social.

Será a partir da intervenção do professor que a criança poderá avançar em suas hipóteses, daí a importância de uma formação sólida do educador.

Na faixa etária de dois a quatro anos a importância deve ser dada ao progresso do grafismo da escrita e à consequente substituição de formas gráficas não identificadas por letras. A própria evolução do desenho enquanto representação gráfica do real deve ser valorizada e incentivada pelo professor como estímulo e construção da escrita.

Dessa forma, o desafio da escola infantil está em auxiliar a criança e compreender o que a escrita representa e as características da linguagem que se usa para escrever, o que está intimamente ligado ao desenvolvimento do grafismo infantil e sua capacidade representativa. Brandão (2011) cita as palavras de Ferreiro (1993, p.39):

[...] não é obrigatório dar aulas de alfabetização na pré-escola, porém é possível dar múltiplas oportunidades para ver a professora ler e escrever; para explorar o espaço gráfico e distinguir entre desenho e escrita; para perguntar e ser respondido; para tentar copiar ou construir uma escrita; para manifestar sua curiosidade em compreender essas marcas estranhas que os adultos põem nos mais diversos objetos.

            Por isso é imprescindível que o professor crie situações de aprendizagens significativas para que o aluno tenha cada vez mais vontade de aprender.

Considerações finais

É ainda recente na história de nosso país a integração da Educação Infantil à educação básica e ainda mais contemporânea é a valorização dos aspectos cognitivos em Educação Infantil. Também com o avanço dos estudos sobre a criança e seu desenvolvimento houve uma maior preocupação com a evolução do ensino e do processo criativo.

 Sabemos que desde muito pequenas, as crianças já possuem contato com a língua escrita, mais tarde, se acelera durante o período pré-escolar, quando as crianças começam a desenhar, reconhecer letras e decodificar e escrever mensagens simples. Por fim, ele culmina nos anos de ensino fundamental, quando as crianças dominam as habilidades de leitura e escrita, assim podemos concluir que a linguagem da arte na Educação Infantil tem um papel fundamental.

Uma vez comprovada à importância do desenho para o desenvolvimento de diversos aspectos na criança e constatada sua relação com o surgimento da escrita é necessário que o educador esteja apto e disposto a olhar este desenho sem pré-julgamentos e com habilidade para utilizá-lo em favor do desenvolvimento da criança e da sua escrita, ou seja, o desenho deve ser considerado uma ação com finalidades de desenvolvimento cognitivo e não apenas de lazer.

O professor precisa criar oportunidades para que a expressão gráfica aconteça, pois através do desenho que a criança representa o discurso externo e interioriza, construindo seu próprio pensamento.

Por fim, podemos afirmar que cabe ao educador buscar as teorias e os recursos disponíveis para conhecer e compreender as expressões infantis através do desenho, buscando assim auxiliá-las no desenvolvimento de seu grafismo, por meio da análise da fase em que a criança se encontra e dos aspectos do desenvolvimento infantil presentes no desenho, respeitando cada criança e cada produção e consequentemente respeitando os estágios de desenvolvimento infantil.

Toda criança tem prazer em desenhar e é sabido que este prazer deixará de existir se não forem estimuladas as diferentes linguagens de expressão que trazem à escola.

Assim, é grande a responsabilidade do professor e dos profissionais de Educação Infantil na construção de um ambiente favorável ao desenvolvimento do desenho, visando alcançar com essa prática a aquisição da leitura e escrita pelas crianças, de uma forma prazerosa, natural e vitoriosa.

 

Referências Bibliográficas

BRANDÃO, A. C. P., ROSA, E. C. S. (organização). Ler e escrever na Educação Infantil: discutindo práticas pedagógicas. Autêntica Editora: Belo Horizonte, 2011

BRASIL. Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996, estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Dísponivel em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9394.htm Acesso: 18/05/2016

CARDOSO, B.P.A.  Práticas da linguagem oral e escrita na educação infantil. Anzol, 2012.

CARDOSO, B. TEBEROSKY, A. Reflexões sobre o ensino da leitura e da escrita. Vozes: Petrópolis, 2005.

COX, M. Desenho da criança. 3ª edição, Martins Fontes: São Paulo, 2007.

CRAIDY, C. Educação infantil e as novas definições da legislação. In CRAIDY, C. & KAERCHER, G. (org.) Educação infantil: pra que te quero? Artmed: Porto Alegre 2001.

EDWARDS, C. As cem linguagens da criança. Artes Médicas Sul: Porto Alegre, 1999.

FERREIRO, E. TEBEROSKY, A. Psicogênese da língua escrita. Artes Médicas Sul; Porto Alegre, 1999.

FONTANA, R. CRUZ, N. Psicologia e Trabalho Pedagogia. Atual: São Paulo, 1997.

MEC. Parâmetros Curriculares Nacionais – Língua Portuguesa, V.2, Brasília: MEC/SEF, 1997.

_____.Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil – Introdução V.1, Brasília: MEC/SEF, 1998.

_____.Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil – Conhecimento de mundo, V.3, Brasília: MEC/SEF,1998.

SEBER, M. G. A escrita infantil; o caminho da construção. Scipione: São Paulo, 1997.

 

 

Autora

Josilaine Cristina Bueno Ferreira - Pedagoga pela Fundação Heriminio Ometto – UNIARARAS; Pós graduada em Alfabetização e letramento – UNAR

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