Trata-se de uma revisão sistemática da literatura que visa analisar e revisar publicações científicas que estudam a relação entre o processamento auditivo e as alterações nas habilidades de leitura e escrita em escolares do Ensino Fundamental.

Resumo

Objetivo: Analisar e revisar sistematicamente publicações científicas que estudam a relação entre o processamento auditivo e as alterações nas habilidades de leitura e escrita em escolares do Ensino Fundamental. Estratégia de pesquisa: Trata-se de uma revisão sistemática da literatura. Foram consultadas as bases de dados Portal Capes e Lilacs, nos períodos de agosto a outubro de 2016. Os descritores utilizados foram: Percepção auditiva, transtornos da percepção auditiva, ensino fundamental e médio, linguagem, aprendizagem, transtorno de aprendizagem, escrita manual, dislexia. Critérios de seleção: Artigos originais publicados nos idiomas português e espanhol, publicados nos anos de 2006 a 2016, que abordavam como tema processamento auditivo e as alterações nas habilidades de leitura e escrita em escolares do Ensino Fundamental. Análise dos dados: Os estudos selecionados foram analisados segundo o autor, ano de publicação, tipo de estudo, amostra, faixa etária, instrumento de avaliação e profissionais que realizaram o estudo. Resultados: Os resultados encontrados sugerem a relação entre as alterações de aprendizagem com os resultados insuficientes nas avaliações do processamento auditivo. Conclusão: Os estudos analisados nos mostram que crianças com alteração nas habilidades de leitura e escrita apresentam desempenho inferior nos testes de Processamento Auditivo, uma vez que o processamento das informações se apresenta alterada na criança.

Descritores: Percepção auditiva, transtornos da percepção auditiva, linguagem, transtorno de aprendizagem, fonoaudiologia.

Introdução

O processamento auditivo é uma capacidade que o sistema nervoso central tem de receber, processar e interpretar os sons da fala quando seu desenvolvimento ocorre de forma adequada (Lemos, Terto; 2011). Dentre todos as suas funções e habilidades, destacam-se: lateralização e localização do som; discriminação e reconhecimento auditivo e compreensão (Russo, Santos; 2007).

De acordo com Pereira e Schochat (1997), quando esse desenvolvimento não se dá de forma adequada, temos o que se conhece como Distúrbio do Processamento Auditivo Central, que pode acarretar prejuízos no processamento das informações, o que gera dificuldades na interpretação dos sons, ocasionando prejuízos na compreensão auditiva, levando o indivíduo a falar, ler e/ou escrever de forma deficitária(Santos; 2002), além de causar alterações comportamentais e, em decorrência disso, o baixo rendimento escolar (Martins; 2008).

Segundo Zorzi e Capellini (2008), a audição é fator fundamental para o desenvolvimento da linguagem, ou seja, a criança com boa detecção e separação dos sons da fala e ambiente apresenta facilidade em aprender no âmbito escolar. Dessa forma, indivíduos com dificuldades escolares,geralmente apresentam pior desempenho nos testes de processamento auditivo, o que pode ser decorrente do atraso na maturação das habilidades auditivas. Isso demonstra a importância do funcionamento adequado das habilidades para o processo de aprendizagem da leitura e escrita (Neve, Schochat; 2005).

Para Silva e Capellini (2011), o distúrbio de aprendizagem refere-se a um conjunto de alterações que apresentam como principais características as dificuldades na aquisição e no uso da audição, fala, leitura, escrita, raciocínio ou habilidades matemáticas. Dentre todos os distúrbios, destaca-se a dislexia, definida como um transtorno especifico de aprendizagem da leitura, onde as principais manifestações ocorrem nas alterações fonológicas, reconhecimento das letras, relação entre letra/som, alteração na discriminação dos sons, trocas nas falas e dificuldades de aprendizagem inicial da escrita.

O presente estudo tem como finalidade revisar e analisar sistematicamente as bibliografias que evidenciam o processamento auditivo e alterações nas habilidades de leitura e escrita em escolares do Ensino Fundamental.

Estratégia de pesquisa

Trata-se de uma revisão sistemática que tem como finalidade revisar a literatura acerca do processamento auditivo e alterações de leitura e escrita em escolares no ensino fundamental. Para a pesquisa, foram utilizadas as bases de dados on-line: PORTAL CAPES e Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), que engloba LILACS, nos períodos de agosto a outubro de 2016.

Foram utilizados os seguintes descritores: Percepção auditiva, transtornos da percepção auditiva, ensino fundamental e médio, linguagem, aprendizagem, transtorno de aprendizagem, escrita manual e dislexia. Estes foram selecionados de acordo com a lista de Descritores em Ciências da Saúde (DeCS). Para essa pesquisa, foi utilizado o operador booleano AND.

A pesquisa foi realizada com o cruzamento dos descritores já mencionados. Foram encontrados 153 artigos no Portal Capes e 122 no Lilacs, totalizando 275 artigos. Estes, foram filtrados de acordo com os critérios de seleção, totalizando 44 artigos de ambos os bancos de dados.

Após a análise, foram selecionados 10 artigos que abordavam o tema proposto (Figura 1).

Critérios de seleção

Os artigos selecionados obedeciam aos seguintes critérios de inclusão: artigos publicados em português e espanhol, no período de 2006 a 2016 e que atendiam a temática da pesquisa. Foram incluídos artigos que relacionam o processamento auditivo com a Dislexia, que segundo Zorzi e Capellini (2008), o mesmo se trata de um distúrbio específico de leitura, que também pode acarretar prejuízos na escrita.

Foram excluídos os artigos duplicados nos bancos de dados, artigos de revisão, dissertações, teses, artigos que abordavam dislexia em adultos ou relacionados com outras alterações de linguagem, estudos realizados com adultos e idosos e pacientes com alterações neurológicas.

Análise dos dados

Na apresentação dos resultados, foram consideradas as seguintes variáveis dos artigos selecionados: Título, autor, ano de publicação, tipo de estudo, amostra, faixa etária, instrumento de avaliação e profissional.

Os artigos foram organizados em três tabelas, onde a Tabela 1 refere-se aos estudos que relacionam o processamento auditivo com as habilidades de leitura e escrita em escolares do ensino fundamental; Tabela 2 onde se encontram estudos sobre Processamento Auditivo em escolares do ensino fundamental; e Tabela 3 onde se encontram estudos sobre as habilidades de leitura e escrita em escolares do ensino fundamental.

Resultados

Depois da realização dos cruzamentos e aplicação dos critérios de inclusão e exclusão foram selecionados um total de 10 artigos. O ano de publicação variou de 2009 a 2014. Em relação ao tamanho da amostra, o estudo com maior número amostral, realizado por Mourão, Esteves, Labanca e Lemes (2012), teve 400 escolares do ensino fundamental, e o artigo com menor amostra, realizado por Schineider e Souza (2010) avaliou apenas 5 escolares do ensino fundamental. As faixas etárias das amostras variaram de 4 a 16 anos de idade.

Os artigos selecionados foram divididos em três tabelas. A tabela 1 evidencia artigos que relacionam Processamento Auditivo e as Alterações de Leitura e Escrita em escolares do Ensino fundamental. Após a análise destes artigos ,observou-se que três estudos (Engelmann, Ferreira; 2009; Pelitero, Manfredi, Schneck; 2010; Oliveira, Cardoso, Capellini; 2011) utilizaram a Avaliação Simplificada do Processamento Auditivo (ASPA), apresentando maior número de alterações nos testes de Memória Sequencial verbal e Não-Verbal. Para Pereira e Schochat (1997), o desenvolvimento efetivo da leitura e escrita se faz necessário a otimização da memória auditiva sequencial, é através dela que a criança pratica a memorização das informações auditivas, sendo esta de extrema importância, já que é a habilidade que determina a compreensão do discurso.

Legenda: TDE: Teste de desempenho escolar;  ASPA: Avaliação Simplificada do Processamento Auditivo;  PSI: Pediatric Speech Inteligibility Test; TPA(C): Transtorno do Processamento Auditivo Central; SSW: Teste Dicótico de Dígitos Dissílabos Alternados; TPD: Teste de Padrão de Duração; TPF: Teste de Padrão de Frequência; GI: Grupo I; GII: Grupo II; GIII: Grupo III.

Nos artigos que relacionam o Processamento Auditivo com a Dislexia, (Simões, Schochat; 2010; Oliveira, Cardoso, Capellini; 2011; Oliveira, Murphy, Schochat; 2013), que segundo Zorzi e Capellini (2008), é um Transtorno Específico de Aprendizagem relacionado a leitura e que traz possíveis alterações de escrita.Os testes mais utilizados foram: Fala com Ruído, Dicótico de Dígitos e Padrão de Frequência. Todos os grupos com crianças com diagnóstico de Dislexia apresentaram alterações nos testes que avaliam Processamento Temporal. Os grupos apenas com Distúrbio do Processamento Auditivo Central apresentaram maiores alterações dos testes de Fala com Ruído e Dicótico de Dígitos.

Outro artigorealizado por Oliveira e Murphy (2013), utilizou para avaliação os mesmos testes de Processamento Auditivo já mencionados, com acréscimo do teste P300, que foi realizado em dois grupos, um com diagnóstico de Dislexia e outro sem alterações. Os resultados encontrados não apresentaram diferenças em relação ao desempenho de ambos os grupos, onde não conseguiu observar as alterações de Processamento Temporal, encontrados nos outros testes no grupo com diagnóstico de Dislexia.

O estudorealizado por Soares, Sanches, Alves, Carvalho e Cárnio (2013), verificou se há associação no desempenho dos testes de Processamento Temporal e de Consciência Fonológica em indivíduos com alterações de leitura e escrita. O mesmo utilizou o Instrumento de Avaliação Sequencial (CONFIAS). Nos resultados observaram-se alterações nas habilidades silábicas e fonêmicas da Consciência Fonológica bem como alterações nos testes de Processamento Temporal, os dados encontrados mostram uma associação no déficit destas habilidades nas alterações de leitura e escrita.

Na tabela 2, foram analisados os artigos que tinham como finalidade a avaliação do processamento auditivo em escolares do ensino fundamental.

No primeiro artigo desta tabela (Mourão, Esteves, Labanca, Lemos; 2012), foram realizados os testes de Memória Auditiva Sequencial de Sons Verbais e Não Verbais. Escolares com alterações fonoaudiológicas apresentaram resultados inferiores quando comparados aos escolares sem alteração. O estudo relata melhoras nos resultados das avaliações com o avanço da idade, mostrando a importância das experiências vividas pelas crianças, o que influencia diretamente na Memória Auditiva (Pereira, Schochat; 1997).

Legenda: ASPA: Avaliação Simplificada do Processamento Auditivo; MVS: Teste de Sequencialização de Sons Verbais; MSNV: este de Sequencialização de Sons Não Verbais; PPS: Pitch Pattern Sequence; MLD: Masking Level Difference; SSW: Dicótico de Dígitos Dissílabos Alternados; GIN: Gap in Noise; PSI: Pediatric Speech Inteligibillity.

Um estudo realizado na cidade de Porto Alegre, com uma amostra de onze escolares do ensino fundamental, comparou os resultados da avaliação comportamental auditiva de estudantes que falharam na Avaliação Simplificada do Processamento Auditivo (ASPA). Os resultados mostraram maiores dificuldades nas habilidades auditivas de integração binaural e separação e integração binaural. Embora cinco estudos tenham utilizado a Avaliação Simplificada do Processamento Auditivo (ASPA) (Engelmann, Ferreira; 2009; Pelitero, Manfredi, Schneck; 2010; Oliveira, Cardoso, Capellini; 2011; Mourão, Esteves, Labanca, Lemos; 2012; Vargas, Ferreira, Vidor, Machado 2014), apenas o estudo realizado por Vargas, Ferreira, Vidor, Machado (2014) ressaltou a importância e a utilidade do ASPA,junto com outros testes de avaliação do processamento auditivo, para a realização de triagens escolares.

Na tabela 3foram selecionados os estudos que abordavam a avaliação fonoaudiológica em escolares do ensino fundamental. Os dois estudos selecionadostinham como finalidade a avaliação da produção textual e a compreensão leitora dos estudantes. Ambos usaram o Protocolo de Lubian (2007), que avalia os níveis de textualidade.Os estudos realizados por Araújo, Souza (2009) e Schneider, Souza Deuschle (2010) concluem que o mau desempenho na produção textual dos estudantes de 5º a 7º ano se deve ao letramento insuficiente, uma vez que a prática não é adotada no ambiente familiar, e na escola o foco do professor é voltado diretamente para a ortografia.

Um resumo dos artigos analisados pode ser contemplado no Quadro 1, no qual foram consideradas as seguintes variáveis: Nome do artigo, objetivo do estudo e a conclusão. 

Conclusão

Após a análise bibliográfica, observou-se que escolares do ensino fundamental tendem a apresentar alterações tanto de leitura e escrita quanto de Processamento Auditivo, sendo que as mesmas podem se manifestar simultaneamente nesse público. Os estudam analisados mostram que crianças que apresentaram desempenho inferior nos testes de Processamento Auditivo apresentam alteração nas habilidades de leitura e escrita, uma vez que o processamento das informações se apresentam alterados nas crianças.

Referências

ARAUJO, Vanessa Deuschle; SOUZA, Ana Paula Ramos de. Análise comparativa do desempenho textual de estudantes de quarta e quinta séries do ensino fundamental com e sem queixa de dificuldades na linguagem escrita. Rev. CEFAC, São Paulo, abr./jul. 2009

ENGELMANN, Lucilene , FERREIRA, Maria Inês Dornelles da Costa. Avaliação do processamento auditivo em crianças com dificuldades de aprendizagem. Ver: Soc Bras Fonoaudiol. Porto Alegre, p.69-74, fev./set. 2009.

MARTINS, Juliana Schwambach, PINHEIRO, Maria Madalena Canina , BLASI, Helena Ferro. A utilização de um software infantil na terapia fonoaudiológica de Distúrbio do Processamento Auditivo Central. Rev Soc Bras Fonoaudiol. Santa Catarina, p. 398-404, jan/abr. 2008

MOURÃO, Aline Mansueto, ESTEVES, Carolina Campos, LABANCA ,Ludimila, LEMOS, Stela Maris Aguiar. Desempenho de crianças e adolescentes em tarefas envolvendo habilidade auditiva de ordenação temporal simples. Rev. CEFAC. Minas Gerais, p. 659-668, Jul/Ago. 2012.

NEVES, Ivone Ferreira, SCHOCHAT, Eliane. Maturação do processamento auditivo em crianças com e sem dificuldades escolares. Pró-Fono Revista de Atualização Científica, Barueri (SP), v. 17, n. 3, p. 311-320, set-dez. 2005.

OLIVEIRA, Adriana Marques de, CARDOSO, Ana Cláudia Vieira, CAPELLINI, Simone Aparecida. Desempenho de escolares com distúrbio de aprendizagem e dislexia em testes de processamento auditivo. Rev. CEFAC, São Paulo, Fev/Mai.2010.

OLIVEIRA, Juliana Casseb, MURPHY, Cristina Ferraz Borges, SCHOCHAT, Eliane. Processamento auditivo (central) em crianças com dislexia: avaliação comportamental e eletrofisiológica. Rev. CoDAS, São Paulo, p. 39-44, Fev/Ago. 2013.

PELITERO, Tatiane Maria, MANFREDI, Alessandra Kerli da Silva, SCHNECK, Andrea Pires Corrêa. Avaliação das habilidades auditivas em crianças com alterações de aprendizagem. Rev. CEFAC, São Paulo, p.662-670, Jul/Ago. 2010.

PEREIRA, Liliane Desgualdo, SCHOCHAT Eliane. Processamento auditivo central: manual de avaliação. 1ª. ed. São Paulo: Lovise, 1997.

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SANTOS, Teresa Maria Momensohn; RUSSO, Iêda Chaves Pacheco. Prática da audiologia clínica. 6ª. ed. São Paulo. Cortez; 2007.

SCHNEIDER, Ane Caroline Brisch, SOUZA, Ana Paula Ramos de, DEUSCHLE, Vanessa Panda. Ntervenção fonoaudiológica com gêneros textuais em um grupo de escolares. Rev. CEFAC, Rio Grande do Sul, p. 337-345, Mar/Abr. 2010.

SILVA, Ana Paula de Castro, CAPELLINI, Simone Aparecida. Programa de remediação fonológica em escolares com dificuldades de aprendizagem. Rev Soc Bras Fonoaudiol, São Paulo, p.13-20, Jul/Out. 2011.

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ZORZI, Jaime, CAPELLINI, Simone. Dislexia e outros distúrbios da leitura-escrita. 1ª. ed. São Paulo. Pulso; 2008.

Autoras:

Aline Cardoso de Almeida - Graduanda em Fonoaudiologia pela Universidade Vila Velha.

Tamirys Boening Vimercati  - Graduanda em Fonoaudiologia pela Universidade Vila Velha.

Rafaela Carolina Lopez Silva - Mestre em Fonoaudiologia - Audição na Criança pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2004). Especialista em Audiologia pelo Conselho Federal de Fonoaudiologia. Possui especialização em Fonoaudiologia - Núcleo Específico: Atendimento ao Deficiente Auditivo Centrado na Instituição e na Comunidade pela USP de São Paulo. Fonoaudióloga e Pedagoga pela Universidade de Alfenas (2000). Tem experiência na área de Fonoaudiologia e Pedagogia, atuando principalmente nos seguintes temas: deficiente auditivo; linguagem e inclusão. Professora de Graduação em Fonoaudiologia da UVV e de curso de Pós-Graduação em Audiologia da PUC Minas, Fonohosp e UNIPAC.

Márcia Emília da Rocha Assis Eloi - Doutoranda em Estudos Linguísticos pela Universidade Federal do Espírito Santo,Mestre em Ciências Fonoaudiológicas pela Universidade Federal de Minas Gerais (2014), Especialista em Fonoaudiologia Educacional pelo Conselho Federal de Fonoaudiologia (2016) Psicopedagoga pela Faculdade Fead (2013), graduada em Fonoaudiologia pela mesma instituição (2011). Docente do curso de Fonoaudiologia da Universidade de Vila Velha. Assessoria e Consultoria em Fonoaudiologia Educacional. Integrante do GEFF - Grupo de estudos de fluência da Fala de Belo Horizonte. Participa de pesquisas principalmente com os temas: Fonoaudiologia, Linguagem, Formação Docente; Fluência e de organização de eventos acadêmicos nas áreas da saúde e educação. Email: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

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