O ADOLESCENTE DO SÉCULO XXI
Içami Tiba

Sumário

Psicopedagogia On Line convidou o psiquiatra psicodramatista, Doutor Içami Tiba para saber um pouco desse adolescente do século XXI

Como em todas as gerações, ser adolescente tem pontos comuns que se repetirão por toda a eternidade, é uma época da vida onde mudanças hormonais contribuem para comportamentos mais agressivos, contestadores, tanto físico quanto emocionais, uma busca de si mesmo e da identidade.

Agregar a este coquetel outras substâncias como o momento social: guerras, crises econômicas, escassez ou excesso de empregos, a família a qual pertence, teremos o perfil da futura sociedade que numa sucessão estará gerando novos adolescentes sempre ávidos por mudanças de comportamento e pontuando sua relação na história.

Pais e avós são testemunhas das grandes atuações tribais dos adolescentes ao longo destas últimas décadas, a partir dos anos 50 sucederam-se movimentos marcantes como rock and roll, sexo, gravidez, drogas, aborto, liberdade, cabelos longos, poderio atômico, a corrida armamentista, Rolling Stones, Beatles, jeans, Jovem Guarda, hippies, movimento punk, rock progressivo, e politicamente no Brasil momentos de um governo ditatorial cruel, piercings, plásticas, transtornos alimentares e alienação.

 

Para o adolescente, inserir-se na sociedade causa sentimentos contraditórios, se no passado saíam cedo da casa dos pais, hoje estamos observando a geração canguru, e como tudo, tem também suas contra indicações.

 

Psicopedagogia On Line convidou o psiquiatra psicodramatista, Doutor Içami Tiba para saber um pouco desse adolescente do século XXI.

 

1. Dentro do cenário acima, quais são os maiores conflitos dos adolescentes de hoje? São parecidos com aqueles que vivemos no passado?

R: Os problemas não são os mesmos, a parte biológica “cromossomos” não mudou grande coisa, mais o “comossomos” mudou muito. A maneira como somos hoje é bem diferente de como foram nossos pais a 30 ou 40 anos atrás, a juventude hoje está muito bem criada, mas ela não está educada.

 

2. Quem é o grande responsável e por que?

R: Os pais perderam o referencial educativo, às vezes são permissivos, outras vezes ferozes, como foram seus pais, e isso não resolve.

O pai tem uma boa parcela de responsabilidade nisso, não culpa, pois eles não erraram propositadamente, erraram sem saber, tentaram acertar e corrigir a própria infância através dos filhos, mas não deu certo.

Os pais destes adolescentes de hoje, tinham pais bravos autoritários, não davam liberdade, expressão, não davam a parte boa do frango porque eles é que comiam, assim os filhos desde cedo batalharam muito para se verem livres do autoritarismo, saíram de casa, foram para as lutas, começaram a trabalhar muito cedo, comeram muito asa e pescoço e aí quando estes ganharam posição, e viveram uns momentos de BOOM econômico no Brasil, encontraram trabalho fácil e trabalharam muito. Mas os filhos destes assim que nasceram, já receberam o privilégio de terem pais sofridos que quiseram fazer com que seus filhos não sofressem nada, e com isso deram muita liberdade, não colocaram limites, e desde cedo deram para os filhos comer peito e coxa.

 

3. Quais as conseqüências?

R: Se pesquisarmos hoje, veremos que o jovem não tem muita firmeza no que quer, não todos, porém grande parte, é o que chamo de parafuso de geléia (pessoas que não agüentam apertão). Verificamos isso em situações como quererem mudar: se a escola está muito difícil, ao ingressarem para faculdade (cadeira básica), não agüentam, pois já gostariam entrar fazendo aqueles desenhos do marketing, super maravilhosos e não querem passar pelas etapas. O índice de abandono de jovens da faculdade é maior do que o índice daqueles que entram.

Eu acho que o jovem hoje não está com a auto estima suficientemente boa, e não só os jovens, o adulto jovem também.

Observamos que aqueles pais que saíram trabalhando cedo, continuam trabalhando depois de velhos, continuam sustentando estes filhos e muitas vezes os netos, e estes jovens não se mechem, se acomodam nesta situação, se for um pai simples, vai ser motorista de táxi, se for mais descolado vai ser consultor de alguma coisa, mas eles continuam trabalhando, é o resultado de uma geração que comeu asa e pescoço, trabalhou desde cedo, não tinha liberdade, e os filhos viraram o outro lado da mesma moeda.

Uma das grandes preocupações que devemos ter nos dias de hoje é que criamos os filhos e vamos parar no asilo porque eles não sabem cuidar da gente. Ainda ouve-se de um adulto de 30 anos, “não pedi para nascer”, é muita falência.

 

4. Estes adolescentes serão adultos frágeis no futuro?

Acho que não podemos garantir nada porque o ser humano graças a sua racionalidade, inteligência e criatividade, tudo que nos difere dos animais, podem surpreender-nos, mais desta forma, sem mudanças, terão menos base para sobreviver, para serem independentes, criar suas próprias famílias, ganhar seu dinheiro, do que a geração dos pais.

Estes adolescentes quando necessário são capazes de reagir, o problema é que não chegamos no ponto de.Equilíbrio.

 

5. Isto é uma situação cíclica? A próxima geração estará retomando estes valores?

R: Não será cíclica porque estes adultos estão vindo muito mal educadas, chutam a canela do professor, cospem na cara dos colegas, não respeitam regra nenhuma, partem para violência dentro das escolas muito facilmente.

Não dá para falar que uma geração é folgada e a outra vai trabalhar e assim por diante.

Os avós autoritários não souberam educar seus filhos que venceram na vida não só com as forças deles, mas também pelo momento social, e agora que nosso momento social não está fácil, a concorrência é grande, falta empregos, de trabalho.

 

6. Este é um problema de ambos os sexos?

R: Não, acho que principalmente os rapazes estão perdidos, as mulheres ganharam espaço, em minhas palestras costumo dizer que “o mundo mulherizou”, elas se prepararam mais, matam mais onças do que os maridos, não precisam mais da força física.

Em compensação os homens estão mal, não aprenderam a ser pais mais integrados, continuam sendo pais neoliberais, neomachistas, não são nem totalmente livres e ainda não sabem se comportar como o gênero masculino. Acho que este momento todo está atrapalhando a busca do que seria identidade.

 

7. Como resolver esta questão?

R: Acho que a educação tem que mudar, não é mais para educar segundo padrão masculino ou feminino, mais sim educar para o padrão social, pois hoje quem ama educa e não somente cria e cuida, o que sempre fizeram. Educar na busca da Saúde Social, a pessoa tem que saber conviver no mundo que tem, um conceito de felicidade muito diferente do que os pais achavam, dando alegria para os filhos, é dar felicidade. O filho hoje tem que aprender a ser feliz tem que aprender que se é feliz com o que se tem, e não ficar chorando com aquilo que não se tem.

Antigamente se os filhos brigassem os pais davam uma surra nos dois ou segurava o mais velho para o mais novo bater, ou seja, perpetuava a violência, ou impediam que continuassem a conviver e colocavam cada um num quarto de castigo, e isso também não resolve nada.  O que resolve é chegar ao miolo da questão, da briga, enquanto não chegar lá, não estará sendo cuidado o problema. Não importa quem é mais forte ou mais fraco ou quem saiu machucado, aquele que machucou tem que fazer o curativo vai ter que cuidar daquilo que ele lesou, tem que assumir as conseqüências daquilo que faz.

Penso em 5 passos que os pais devem aprender para uma educação eficiente e vale para qualquer relacionamento:

  • Parar: para ouvir, deixar os preconceitos de lado e ficar disponível para ouvir o filho, este tem que aprender a se expressar também.

  • Ouvir: não tente adivinhar através de perguntas, espere que ele(seu filho) se manifeste num processo racional que precisa ser desenvolvido.

  • Ver: ato instintivo animal, onde podemos perceber o que não foi falado.

  • Pensar: contar tudo que percebeu ouvindo, vendo, e acrescentar a direção da educação que se quer dar. Não pode existir o “Bateu Levou”, desta forma agimos instintivamente sem pensar.

  • Agir Acertivamente: dar exatamente o que o filho precisa. Exemplo: O menino de 1e 2 meses, tem a mãe beijando seu dedinho cada vez que este o bate ou machuca. Quando esta mãe recebe este filho que veio em busca deste carinho, muitas mães aproveitam para pegar esta criança em seu colo e esta criança reage de forma agressiva, batendo, chutando e querendo se livrar daquele colo, etc. pois somente queria o beijinho.

8. Por que temos o sentimento que hoje nossos filhos estão mais expostos às drogas do que no passado, já que hoje falamos mais abertamente sobre o assunto, o próprio governo faz campanhas alertando sobre os danos e perigos? É a facilidade com que se tem acesso?

R: Existe todo um trabalho para que a droga seja vendida mesmo, e neste sentido ficou muito mais fácil um jovem fumar maconha, foram educados para ter prazer e não ser responsável pelo prazer que tem. Não adianta fazer sistema de punição e castigo, temos que fazer é educação na base das conseqüências.

Este mês saiu uma reportagem na Revista Super Interessante edição 179 “A verdade sobre Maconha”, uma apologia total a maconha, tem até um maço de cigarros de maconha chamado Marley (que a indústria de tabacos Souza Cruz já registrou, com o nome do ídolo do reggae) estampado entre as ilustrações, e que provavelmente ficará fotografado no cérebro dos jovens, e estes jovens estão esfregando esta receita na cara dos pais, ou seja, frases como: “O uso moderado da maconha não faz mal”; “Somente tem perigo depois de quinze anos de uso”, etc. E o que pensa o jovem? “Bom, então temos quinze anos para parar de fumar maconha”; “Vocês (pais) não precisam ficar apavorados”, etc.

Acho que este trabalho põe por água abaixo bilhões de reais que se gasta em propaganda para reprimir o uso da droga, formando assim um pessoal a favor do uso da maconha.

Entrei em contato com a revista e esta me informou que somente queria levantar polêmica em torno do assunto, mas tenho certeza de que não foi este o efeito, os jovens não vêem o outro lado, ficam com o lado lhes interessa, são muito superficiais quaisquer idéias que os satisfaça já vira verdade, não só pela maturidade, esta é uma geração ZAP, quando a coisa não os agrada já mudam de canal, assim como o “ficar”, não fazem comparações, não se questionam, querem produtos prontos e engolidos, é a geração que engole pronto, daí o perigo de uma reportagem mal feita, é necessário colocar os prós e os contras para que decidam.

O jovem está sendo educado para ter prazer, liberdade e poder em nome do prazer e droga é isso, a pessoa que usa droga sente-se poderosa, está com liberdade.

A sociedade está oferecendo mais drogas, minimizando os perigos através de crenças como “a vida é um risco mesmo”, ou seja, um pouco de risco não faz mal, “tem outros que arriscam mais que eu”, “portanto meu risco é menor”. Eles têm critérios muito diferentes, o gostoso é sensitivo, é animal, é instintivo, e usar o racional é ruim. Não vêem o que é pesquisado cientificamente, ou seja, o que faz bem e o que faz mal, o raciocínio que fica é: “já que é gostoso, faz bem, então tudo que é gostoso é bom”.

 

9. Como o jovem vê este momento caótico político, onde a falta de ética parece permear todos os setores? Qual a mensagem que está sendo passada?

R: Eles acham que todos os políticos são iguais, que um mete o pau no outro, e que para se fazer na vida, tem que se derrubar o que está em cima, a falta de ética, etc

O jovem não está participando da política porque está descrente de tudo isso, a violência continua, todos fazem passeata contra violência, alguns são presos, a lei dos direitos humanos, o Estatuto da Criança que protege a criança que assalta e mata, e ninguém pode encostar neste menor.

O jovem quer participar, mas não está conseguindo participar, não há espaço. Acredito que eles incomodam porque eles perguntam e questionam e os mais velhos não estão muito interessados nisso.

Os próprios políticos falam “temos que olhar os jovens”, mas olhar não resolve, se cada político se interessasse por adolescentes mandaria um secretário, um auxiliar para reuni-los, fariam propostas, mas estão mais interessados em andar pelas ruas cumprimentando pessoas que nunca viram para campanha política, assim arrecadam mais votos.

 

10. Como o senhor vê a escola de hoje? Ela está preparando sujeitos críticos?

R: A escola não está preparando sujeitos críticos, faltam o que chamo de “educação a seis mãos”, que é o entrosamento da escola e da família.

A escola tem que mudar, o método do estudo tem que ser mudado, o mundo mudou, não dá mais para fazer aulas iguais as de antigamente com provas, reprovações, punições, etc..., Temos que fazer coisas mais interessantes aprendendo, não decorando.

Tratar crianças, púberes, adolescentes de formas distintas. O adolescente quer participar, ele não dá importância a quem sabe, primeiro quer estar bem no relacionamento, depois valoriza o que a pessoa fala, caso contrário, nem ouvirá. A criança é bem diferente, não importa quem, a criança ouve.

O mundo caminhou muito, e nesta caminhada temos que aproveitar estas mudanças para fazer com que o jovem acorde. pois ele é o elemento político mais importante para ele mesmo, não adianta querer que lá fora mude se ele continuar do jeito que está.

 

 

11. O que vem a ser a Teoria da Integração Relacional?

R: É um novo conceito de relacionamento onde não ficamos tentando ver somente a individualidade física e psíquica, mas um conceito muito mais abrangente onde a pessoa tem que se integrar não só com tudo que sente, sabe, conhece do outro e de si mesmo, mas também aonde se localiza este relacionamento, em que meio está e como vai preservar este meio. Entram valores não só da psique, saúde neurose, psicose, mais vai entrar também conceitos de ética, cidadania, gratidão, religiosidade como saúde, disciplina, não como ranço do autoritarismo, mais como uma qualidade de vida.

É preciso conscientizar-se que a Saúde Social não é só um sujeito saudável, mas que joga o lixo pela janela, não pega o cocô que seu cachorro fez na calçada, etc...ou até aquele que resolve fazer justiça pelas próprias mãos, veja o caso da Tainá.

Saúde Social vai além de ser culto, atlético e pertencer à classe alta, não pode faltar a Saúde Relacional.

 

12. Por que a escolha do psicodrama para trabalhar com adolescente?

R: Esta minha teoria da Integração Relacional tem tudo haver com o psicodrama, a saúde que está só localizada na capacidade do pensamento, não é saúde, é parte da saúde.

A pessoa pode pensar muito bem e não fazer nada com o corpo, e quem só pensa e não faz nada, também não é bom. A integração da ação, do pensamento e de todos os processos mentais no meio em que se está, é que dá a saúde. O psicodrama, ao meu ver é o que mais apresenta estas possibilidades porque leva muito em consideração o que a pessoa faz, e não somente  o que ela pensa. Drama significa ação, psique em ação, e é isto que é o psicodrama, e não somente dissecar os pormenores na terapia com o adolescente. Sempre comparo as crises dos adolescentes com um afogamento: ele está se afogando, por isso vem ao terapeuta, na psicanálise tradicional, ortodoxa ou terapias regressivas enquanto o sujeito se afoga questões como: “sua mãe não lhe ensinou a nadar?” ou “Os seus pais era ausente em casa?” ou “Como era a relação entre você e seu pai na infância?” não ajudarão o adolescente em nada, já no psicodrama, primeiro tiramos da água, depois iremos levantar: “quais as condições que fizeram com que você. caísse na água”, etc. primeiro ensina-se a nadar, depois discutimos os problemas que levaram a esta falência.

Para o adolescente é muito mais funcional este tipo de ação do que ficar só na linha do interpretativo, do contemplativo. Se o adolescente não fala e eu também não falo, viram duas múmias na sala. Eu inovei muito no lidar com o adolescente através desta técnica do psicodrama, que me abriu os olhos para esta teoria que venho desenvolvendo.

 

13. Qual é a prioridade do adolescente do século XXI?

R: Na minha opinião a prioridade é a Saúde Social, é ser feliz, e acho que eles não estão sabendo serem felizes.

 

14. O que falta para que sejam felizes?

R: Acredito que para ser feliz é preciso ter preparo, quando dizemos que as crianças estão ganhando alegria, na verdade estão sendo educados para ter coisas, crianças que ganham muitos brinquedos, se não ganhar o trigésimo quando a mãe sai para fazer compras, faz birra, parece que vai morrer de infelicidade, então ele não é feliz, ele teve momentos de alegria cada vez que ganhava uma coisa.

A pessoa que é feliz, mesmo que não tenha o brinquedo, não irá se alterar e achar que vai morrer.

 

15. Qual a relação da culpa dos pais com os filhos?

R: Nós seres humanos temos dois grandes prazeres biológicos que estão nos neuro-transmissores que liberam endorfina. Um é a auto preservação e o outro a preservação da espécie. Cada vez que cuidamos de um filho temos um prazer muito grande e quando deixamos de cuidar temos a sensação que estamos deixando de cumprir um instinto de perpetuação da espécie, e com isso é que nos damos mal, por conta de querer ser pais 100%, mesmo para filhos que não estão merecendo, acabamos pecando e nos excedendo.

 

16. São 13 livros editados e sucesso em vendas. De qual deles o Senhor mais se orgulha e por que?

R: Só este ano foram mais de 60.000 exemplares vendidos, num total mais de 500.000, o que me dá muita satisfação. As palestras por todo o Brasil e a proximidade com meus leitores também tem sido motivo de grande entusiasmo, onde deixo sementes para que possam plantá-las como puderem, dentro das diversas realidades que encontro por este Brasil. Incluir na teoria o meio ambiente na realidade de cada um é a grande contribuição que estarei relatando em meus próximos livros.
O livro que mais me orgulho, por incrível que pareça, é o “Amor, Felicidade e Compainha” onde eu falo mais da vida, de relacionamentos, onde minha veia de humor aparece, meu lado sensual, minha parte mais romântica, enfim, me sinto muito nesta produção.



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Bibliografia

Biografia:

Médico, Psiquiatra, pelo Hospital das Clínicas da FMUSP, Psicodramatista, pela Federação Brasileira de Psicodrama, Conferencista de renome nacional e internacional, com mais de 2400 já proferidas. Com uma experiência profissional de mais de 69.000 atendimentos psicoterápicos durante 32 anos no campo da adolescência e conflitos familiares, o Dr. Içami Tiba aborda de maneira fácil, direta, com bom humor e sem perder a seriedade, os maiores problemas da atualidades: Educação, Ética, Cidadania, Disciplina, Limites, Sexualidade, violência, Drogas e Relacionamentos Familiares, escolares e Sociais.

Professor de diversos cursos no Brasil e Exterior. Atualmente é Membro da Equipe Técnica da Associação Parceria contra Drogas e Membro do Board of Directors of the International Group Psychotherapy.

Livros Publicados:

Anjos Caídos, Como Previnir e Eliminar as Drogas na vida do adolescente – 12º Ed.- Editora Gente.

Amor, Felicidade & Cia., 5º Ed. – Editora Gente

Ensinar Aprendendo, Como superar os desafios do Relaionamenteo Professor Aluno,Em Tempo dsde Globalização – 12º Ed.-  Editora Gente

O Executivo (A) & Sua Família, O sucesso dos pais não garante a felicidade dos filhos – 6º Ed. – Editora Gente

Disciplina - O Limite na Medida Certa – 46 Ed.- Editora Gente

Abaixo a Irritação – 12º Ed. – Editora Gente

Seja Feliz, Meu Filho! 16º Ed. – Editora Gente

Adolescência, O Despertar do Sexo – 14º Ed. – Editora Gente

123 Respostas Sobre Drogas – 4º Ed. – 6ª Reimpressão  Editora Scipione

Puberdade e Adolescência , Desenvolvimento Biopsicosocial – 6º Ed. – Editora Ágora

Sexo e Adolescência – 10º Ed. – Editora ÁTica

Saiba Mais Sobre Maconha e Jovens, 5º Ed. – Editora Ágora

Obrigado, minha esposa 2º Ed. – Editora Gente

Site: www.tiba.com.br

Publicado em 28/08/2002

Currículo(s) do(s) autor(es)

Içami Tiba - (clique no nome para enviar um e-mail ao autor) - Médico, Psiquiatra, pelo Hospital das Clínicas da FMUSP, Psicodramatista, pela Federação Brasileira de Psicodrama, Conferencista de renome nacional e internacional, com mais de 2400 já proferidas. Com uma experiência profissional de mais de 69.000 atendimentos psicoterápicos durante 32 anos no campo da adolescência e conflitos familiares, o Dr. Içami Tiba aborda de maneira fácil, direta, com bom humor e sem perder a seriedade, os maiores problemas da atualidades: Educação, Ética, Cidadania, Disciplina, Limites, Sexualidade, violência, Drogas e Relacionamentos Familiares, escolares e Sociais. Professor de diversos cursos no Brasil e Exterior. Atualmente é Membro da Equipe Técnica da Associação Parceria contra Drogas e Membro do Board of Directors of the International Group Psychotherapy

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