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- ISSN 1808-6225
A PERCEPÇÃO DOS PAIS SOBRE O PSICOPEDAGOGO
Liziene Gonçalves Teixeira e Eunice Barros Ferreira Bertos
Sumário
A percepção dos pais sobre o psicopedagogo – estudo realizado com pais de alunos do Ensino Fundamental II
Resumo
Este trabalho verificou a percepção dos pais sobre o conhecimento do profissional Psicopedagogo. Teve como objetivo investigar sobre o papel do psicopedagogo segundo a visão de pais de alunos do Ensino Fundamental II que não possuem filhos em atendimento psicopedagógico.
Para isso a pesquisa foi realizada através de fontes bibliográficas para embasamento teórico, bem como um questionário misto, constituído de perguntas abertas e fechadas para análise estatística. Foi um total de 28 sujeitos que antes de responder aos questionários, ficaram cientes que seus dados não seriam revelados, pois assinaram um termo de consentimento livre e esclarecido.
Observou-se como resultados sobre o conhecimento da atuação do psicopedagogo, que 57% já possuem noção de seu trabalho. Daqueles que desconhecem a atuação do mesmo, 43%. Daqueles que não tem filhos com dificuldade de aprendizagem houve um percentual de 93%, dos que apresentaram ter filhos com DA, 7%. Quanto às expectativas dos pais referente ao psicopedagogo, 55% esperam ser orientados a lidar com as DAS, sendo que 30% querem que identifiquem e resolvam as dificuldades. Já, 10% esperam que o psicopedagogo atendam as necessidades, e 5% desejam que tratem bem seus filhos. Diante dos resultados obtidos, há uma importância de que a atuação do psicopedagogo ainda seja difundida.
Palavras-chave: Pais; psicopedagogos.
1.INTRODUÇÃO
Sendo parte integrante do contexto de sociedade, a família é o primeiro núcleo social que abriga o homem. Segundo ANDRADE (1998 p. 23): “é a família quem vai dar condições à criança de constituir seus modelos, de apreender e aprender”. A família vai prover essa criança das questões materiais e emocionais. Dessa forma permitirá, através das suas trocas afetivas, o desenvolvimento físico, o desenvolvimento emocional e cognitivo.
DESSEN & POLONIA (2007), dizem que a família tem um impacto significativo e uma forte influência no comportamento dos indivíduos, especialmente, das crianças que aprendem as diferentes formas de existir, de ver o mundo e construir as suas relações sociais.
Para MARTINS & SZYMANSKI (2006), agentes como a escola, a igreja e a comunidade em que a criança está inserida também contribuirão para o processo socializador, trazendo elementos para a construção social do indivíduo. Sendo assim, temos a escola como parte integrante da educação das crianças e boa parte das experiências vividas por estas, estão direcionadas à escola. CHALITA (2001 p. 17) menciona que: “por melhor que seja uma escola, por mais bem preparados que estejam seus professores, nunca vai suprir a carência deixada por uma família ausente”.
Neste enfoque temos a educação como intermediária desta construção. É comum hoje, perceber os pais, obrigados pela conjuntura social, deixando para a escola a adaptação social do filho entre outras responsabilidades. DESSEN & POLONIA (2007) mencionam que uma das mais importantes e difíceis tarefas da escola é preparar tanto alunos como professores e pais para viverem e superarem as dificuldades em um mundo de mudanças rápidas e de conflitos, contribuindo para o processo de desenvolvimento do individuo. Pode-se dizer então que a escola e a família são ambientes de desenvolvimento e aprendizagem que podem funcionar como propulsores ou inibidores dele.
Sendo assim, a escola deverá prover meios de intervenção nos problemas que surgem dentro do universo escolar, promovendo aos seus profissionais uma formação continuada de qualidade, investir em outros profissionais que estejam preparados para conceder os suportes necessários, entre eles, orientadores, psicólogos e psicopedagogos.
Temos a psicopedagogia, neste contexto, que deve ser entendida como uma área que pretende compartilhar as reflexões, pesquisas e atuação dos aspectos relacionados aos processos ensino/aprendizagem. ANDRADE (1998 p. 33).
Segundo o código de ética da Associação Brasileira de Psicopedagogia – ABPp- no capítulo I, artigo 1º: “a psicopedagogia é um campo de atuação em Saúde e Educação que lida com o processo de aprendizagem humana; seus padrões normais e patológicos, considerando a influência do meio – família, escola e sociedade – no seu desenvolvimento, utilizando procedimentos próprios da psicopedagogia”.
A psicopedagogia inicialmente foi utilizada indicando uma forma de atuação, que apontava para a junção dos campos do conhecimento da Psicologia e da Pedagogia. Porém, como se ocupa da aprendizagem humana, vai além dos limites da Psicologia e da própria Pedagogia e evoluiu em virtude da existência de recursos, para atender os problemas envolvidos na aprendizagem. Portanto, a psicopedagogia estuda características da aprendizagem: como se aprende, como esta aprendizagem varia e está condicionada a vários fatores, como se produzem as alterações na aprendizagem, como reconhecê-las, trata-las e preveni-las. (PORTO, 2007 p.84-88).
Carvalho & Cuzin (2008) dizem que:
Para a psicopedagogia interessa-se o estudo e a intervenção sobre o individuo com dificuldades de aprendizagem, sejam elas quais forem, em todas as áreas de sua vida – emocional, cognitiva e social, tanto no âmbito institucional (preventivo) como no âmbito clínico (terapêutico). (CARVALHO & CUZIN, 2008, p. 19).
Considerando-se as colocações acima desenvolvidas, o presente trabalho irá examinar a expectativa do segmento social – família, acerca do profissional Psicopedagogo e suas funções dentro da aprendizagem.
2. OBJETIVOS
2.1 Objetivo Geral
Investigar o papel do psicopedagogo segundo a visão de pais de alunos do Ensino Fundamental II que não possuem filhos em atendimento psicopedagógico.
2.2 Objetivos Específicos
1- Verificar se os pais possuem conhecimento do profissional psicopedagogo.
2- Analisar a função psicopedagógica e se a família estaria disposta, caso necessitassem, apoiar o profissional para possível atendimento.
3. MÉTODOS
O estudo desenvolveu-se de forma descritiva. A análise dos dados foi de forma qualiquantitativa tendo como instrumento de análise um questionário semiestruturado contendo 11 questões, com o objetivo de averiguar a percepção dos pais quanto ao trabalho psicopedagógico.
Os sujeitos desta pesquisa foram 28 pais de alunos do Ensino Fundamental II de uma escola particular, que não possuem filhos em atendimento psicopedagógico. As duas primeiras questões foram para averiguar os dados pessoais dos sujeitos. Sendo que na primeira questão, foi levantado o número de pessoas que prestaram as informações. Observou-se uma maior incidência da figura materna como relatora dos questionários (86%). Quanto à figura paterna, foram 7% e outros (tia) de 7%.
Na segunda questão, foi averiguado o Grau de Instrução dos sujeitos, constatando que 14% possuem o 1º Grau Incompleto. Os que possuem Ensino Médio, 36% e com Ensino Superior 50%.
Os levantamentos dos dados foram apresentados em forma de tabela e gráficos indicando o conhecimento ou não que os pais possuem frente ao psicopedagogo e sua função. Todos os pais consultados ao aceitar participar desta pesquisa, assinaram um termo de consentimento livre e esclarecido.
4. DISCUSSÃO DOS RESULTADOS

Observando este gráfico, percebemos que dos sujeitos que possuem filhos com dificuldade de aprendizagem, houve um índice de 7%, daqueles que não possuem filhos com essa dificuldade, 93%.
Para CHAMAT (2008), muitas das crianças com dificuldade de aprendizagem, as causas eram familiares e a família deve ser conscientizada e trabalhada. Quando as causas se encontram na problemática de vinculação entre o filho e os pais, culminam em não vinculação com o conhecimento. Mas, com tratamento conjunto, às vezes, com terapia dos pais, a criança se recupera e desperta para o conhecimento.
De acordo com os sujeitos, 55% esperam do acompanhamento psicopedagógico, orientar a lidar com as DAS (dificuldades de aprendizagem), sendo este o maior percentual. Já 30%, dizem que se deve identificar e resolver as DAS. Os que afirmaram querer que atendam as necessidades de seus filhos, 10% e aqueles que esperam que tratem bem seus filhos, 5%.
Numa entrevista com os pais, o psicopedagogo deixa claro alguns objetivos do trabalho psicopedagógico, pois, a família precisa saber o que se pretende quando são chamados para conversar.
“Obter informação e dados sobre a situação familiar; informar e explicar aos pais qual é a situação do seu filho na escola; ver e captar a capacidade de mudança e flexibilidade da família; ouvir as explicações ou as questões dos pais; solicitar a colaboração da família para poder entender melhor o que está ocorrendo e/ou tentar introduzir mudanças que melhorem a situação da criança na escola” (BASSEDAS et al., 1996, p.54).
Neste gráfico que se refere aos sujeitos estarem dispostos em dar todo e qualquer tipo de informação necessária, para que o psicopedagogo possa ajudar a sanar as dificuldades de aprendizagem (DAS), todos responderam afirmativamente, ou seja, todos estariam aptos a colaborar, caso houvesse filhos com algum tipo de dificuldade de aprendizagem.
WEISS (2008) menciona que o sucesso de um diagnóstico reside na competência e sensibilidade do terapeuta em explorar os aspectos revelados em cada situação: uso de entrevistas diversas de anamnese com a família, com a escola, com outros profissionais e análise de documentos passados com laudos, relatórios escolares, registros, história da família nuclear, etc...
Estando a família disposta a fornecer os dados solicitados, o psicopedagogo estará mais capacitado para a realização de seu trabalho.
Na verificação sobre o conhecimento de algumas dificuldades de aprendizagem, percebemos que a dislexia foi a mais reconhecida pelos sujeitos (46%). A disgrafia e a dislalia conhecida por 18%, ficando a discalculia e a disortografia com apenas 9%.
Para DROUET (2006, P. 127) pode-se dizer que a aprendizagem da leitura e da escrita não são atividades isoladas, fazem parte de todo um processo no desenvolvimento da linguagem, e suas dificuldades se devem a uma deficiência qualquer na estruturação e na organização da linguagem como um todo. Além das dificuldades na leitura e na escrita, as dificuldades podem ser causadas em diferentes diagnósticos.
Portanto, é muito eficaz que os pais estejam envolvidos na vida escolar dos seus filhos. Em geral, muitas dificuldades de aprendizagem são causadas pelo fato de os pais não acompanharem a vida escolar dos filhos.
Já neste gráfico, percebemos que 79% afirmaram conhecer as D.A. S que foram apresentadas. Porém, 21% não assinalaram nenhuma das D.A S, mostrando não obterem conhecimento de nenhuma das D.A. S exibidas.
CHAMAT (2008) e PORTO (2007) discorrem alguns transtornos de aprendizagem e suas características.
Dislexia: Desordem do aprendizado que afeta a leitura, a ortografia e a linguagem escrita. Podem ser acompanhadas de problemas com os números, uma memória de curto prazo pobre e falta de aptidão.
Disgrafia: Comumente chamada de letra feia, mas trata-se de desordem resultante de um distúrbio de integração visual.
Discalculia: Trata-se de uma incapacidade para raciocinar. Geralmente é de ordem orgânica, cognitiva ou emocional.
Disortografia: Incapacidade de apresentar uma escrita correta, com uso adequado dos símbolos gráficos. Junta palavras, troca sílabas e omite sílabas ou palavras.
Dislalia: Distúrbio da fala que se caracteriza pela dificuldade de articulação das palavras.
Percebe-se que neste gráfico sobre o conhecimento que os sujeitos possuem sobre o profissional Psicopedagogo, 57% afirmaram ter informações, já 43% não possuem conhecimento sobre o mesmo. Aqui notamos ainda, indivíduos que desconhecem a atuação deste profissional.
CHAMAT (2008) afirma que o psicopedagogo deve priorizar o conhecimento do paciente, mesmo que seja necessário encaminhar o caso para outros profissionais. Seu papel é focalizar a problemática dentro do contexto causa/sintoma e atuar sobre eles.
Para a Psicopedagogia interessa o estudo e a intervenção sobre o indivíduo com dificuldades de aprendizagem, sejam elas quais forem, em todas as áreas de sua vida.

Fazendo uma avaliação do gráfico 5, onde foi constatado que 57% dos sujeitos afirmaram conhecer o trabalho do psicopedagogo, nota-se qual seria a reação dos mesmos, caso houvesse necessidade de um encaminhamento para atendimento psicopedagógico, nas justificativas relatadas nesta tabela.

Já nesta tabela, avaliamos os sujeitos que responderam não conhecer o trabalho do psicopedagogo (Gráfico 5) no total de 43%. Percebe-se a disposição para quererem tomar conhecimento sobre os procedimentos do psicopedagogo e apoiar o quanto possível para sanar as dificuldades que fossem apresentadas.
“A atenção da família ao se preocupar em levar uma criança a um profissional já é para a criança um indicador de que os pais passaram a se interessar mais por ela. Qualquer entrevista com os pais já está de algum modo, fazendo-os a refletir sobre acontecimentos que consideravam irrelevantes e que agora ficam reposicionados nas entrevistas” (WEISS, 2008, p.35).

Através do levantamento dos dados, podemos perceber que 36% afirmaram que o papel do pedagogo é orientar os pais quando estes necessitarem de auxílio e acompanhar os alunos no aprendizado. Já 50%, disseram que o pedagogo é alguém capacitado para ensinar crianças, jovens e adultos e com responsabilidade semelhante a dos pais no que diz a formação do caráter. Também, 7% declararam que o pedagogo tem por finalidade de ajudar a escola a escolher uma maneira para o aluno adquirir o conhecimento. Por fim, 7% mencionaram que o pedagogo deve saber criar situações e diversidades para levar o aluno à sua própria autonomia.
O papel do professor segundo a LDB está muito além da simples transmissão de conhecimentos. Numa gestão democrática, ele participa da elaboração da proposta pedagógica, decidindo solidariamente com a comunidade educativa o perfil de aluno que se quer formar, os objetivos a seguir, as metas a alcançar (CHALITA, 2001).
Esta tabela mostra o que foi averiguado sobre o conhecimento que os sujeitos possuem sobre dificuldade de aprendizagem.
Dentro das respostas propostas pelos relatores, nota-se que as causas da dificuldade de aprendizagem podem ser tanto de ordem genética ou psicológica, e pode acontecer não só no âmbito escolar.
Para PORTO (2007 p.57): “as dificuldades de aprendizagem podem ser chamadas de entraves de percurso”, ou seja, aquilo que os sujeitos (criança, jovem e/ou adulto) venham apresentar na matéria escolar ou em algum momento da vida, além de problemas psicológicos, como falta de motivação e baixo-estima.

Dos sujeitos que afirmaram diferenciar o trabalho Psicopedagógico Clínico e Institucional, colocaram diversas respostas, como se pode notar na tabela. Daqueles que não souberam diferenciar, não se apresentaram justificativas.
ANDRADE (1998), diz que a Psicopedagogia Institucional é o trabalho realizado pelo psicopedagogo junto às organizações de conteúdo, planejamento e da ação pedagógica, bem como das relações interpessoais que se estabelecem no ambiente institucional. O psicopedagogo poderá assessorar a equipe envolvida no processo educativo seja nas áreas Educacional, Empresarial e Hospitalar.
Na Psicopedagogia Clínica, o psicopedagogo irá atuar em centros de Atendimento ou Clínicas e as atividades ocorrem geralmente de forma individual. Irão retirar as pessoas de sua condição inadequada de aprendizagem, recuperando desta forma, os aspectos: cognitivo, afetivo-emocional e de conteúdos acadêmicos.
5. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Este trabalho nos permitiu saber quais concepções e representações tem o papel do psicopedagogo para os pais que não possuem filhos em atendimento psicopedagógico.
Os resultados encontrados neste estudo indicam que a atuação deste profissional apesar de haver alguns que o desconhecem, já está crescendo e têm sido visto como autoridade na realização de seu trabalho.
Os pais que apresentaram formação acadêmica em nível Superior demonstraram ter mais abrangente o conhecimento da atuação psicopedagógica. Mas aqueles sujeitos que mesmo não havendo completado sua formação mostraram disposição para saber como o psicopedagogo poderia subsidiar seus filhos, caso necessitassem, porém, ficou constatado que o trabalho psicopedagógico ainda precisa ser difundido. Como diz PORTO (2007, p.129): “o psicopedagogo só abre espaço para sua identidade profissional a partir da sua prática, perseverança e reflexões sobre seu ofício”.
A Psicopedagogia vem se desenvolvendo cada vez mais e mesmo ainda não sendo regulamentada, já é uma profissão respeitada, porém o profissional psicopedagogo há de ter sensibilidade, profundos e sólidos conhecimentos e estar sempre em busca de aperfeiçoamento e trocas com profissionais que compartilhem seu saber.
Bibliografia
6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ANDRADE, Márcia Siqueira. Psicopedagogia Clínica. São Paulo: Editora Póluss, 1998.
BASSEDAS, Eulália; HUGUET, Teresa; MARRODÁN, Maite; et al. Intervenção Educativa e Diagnóstico Psicopedagógico. 3ª ed. Porto Alegre, RS: Artmed, 1999.
BRASIL. Código de Ética da Associação Brasileira de Psicopedagogia – ABPp. Reformulado pelo conselho Nacional e Nato do biênio 95/96 Cap. 1, artigo 1º.
CARVALHO, Evodite Gonçalves Amorim de; CUZIN, Marinalva Imaculada. A Psicopedagogia Institucional e sua atuação no mercado de trabalho. Campinas: Ed. Unicamp, 2008. p. 17-28
CHALITA, Gabriel. Educação: A solução está no afeto. São Paulo: Editora Gente, 2001 – 1ª ed., 2004.
CHAMAT, Leila Sara José. Técnicas de Intervenção Psicopedagógica: para dificuldades e problemas de aprendizagem. 1. ed. São Paulo: Vetor, 2008.
DESSEN, Maria Auxiliadora; POLONIA, Ana da Costa. A família e a escola como contextos de desenvolvimento humano. Paidéia (Ribeirão Preto) [online]. 2007, vol.17, n.36, pp. 21-32. ISSN 0103-863X.
Disponível em: <http://www.abpp.com.br/leis_regulamentacao_etica.htm> Acesso em: 29 Ag. 2010.
Disponível em: http://www.scielo.br/paideia. Acesso em: 21 Jun. 2009.
DROUET, Ruth Caribé da Rocha. Distúrbio da Aprendizagem. São Paulo: Ática, 2006.
MARTINS, Edna e SZYMANSKI, Heloisa. Brincadeira e práticas educativas familiares: um estudo com famílias de baixa renda. Interações, jun. 2006, vol.11, nº. 21, p.143-164. ISSN 1413-2907. Acesso em: 21 Jun. 2009
PORTO, Olivia. Bases da Psicopedagogia – Diagnóstico e Intervenção nos problemas de aprendizagem. 2 ed. Rio de Janeiro: Editora Wak, 2007.
WEISS, Maria Lúcia Lemme. Psicopedagogia Clínica – uma visão diagnóstica dos problemas de aprendizagem escolar. 13ª ed. Rio de Janeiro, RJ: Lamparina, 2008.
Publicado em 06/07/2012 14:36:00
Currículo(s) do(s) autor(es)
Liziene Gonçalves Teixeira e Eunice Barros Ferreira Bertos - (clique no nome para enviar um e-mail ao autor) - Liziene Gonçalves Teixeira: Pedagoga, discente do curso de psicopedagogia, UNASP/SP.
Eunice Barros Ferreira Bertos: Pedagoga, Psicopedagoga, Mestre, Docente, orientadora do UNASP/SP (Centro Universitário Adventista de São Paulo). Associada a ABPp, seção São Paulo. e-mail: euni_barros@yahoo.com.br