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UM ESTUDO DOS ALUNOS DO NÚCLEO DE PREPARAÇÃO DE OFICIAIS DA RESERVA, CASCAVEL-PR, A PARTIR DA SOCIOMETRIA MORENIANA

Sérgio Luiz Herder da Silva, Josiane Peres Ferreira

Resumo

No artigo, investiga-se a aplicabilidade do Teste Sociométrico no mapeamento das relações interpessoais dos 20 alunos do Núcleo de Preparação de Oficiais da Reserva, Estabelecimento de Ensino do Exército Brasileiro, na Cidade de Cascavel, PR, durante o ano letivo de 2004, por meio de solicitações relacionadas as suas preferências na realização de trabalho no âmbito da sala de aula. A investigação literária pauta-se nas relações interpessoais e suas influências entre os membros do grupo, como forma de sustentação aos comportamentos apresentados pelos representantes do grupo investigado. Os resultados evidenciaram que inicialmente o grupo possuía uma configuração e esta foi se modificando com o passar do tempo de acordo com os fatos ocorridos durante o processo. Assim, o aluno que no primeiro momento era visto como líder pelos demais colegas, acabou por ser rejeitado e até abandonou o curso após ter passado por algumas situações problemáticas durante o período letivo. Outros alunos que não eram tão percebidos no início do ano acabaram recebendo o reconhecimento do grupo, por serem escolhidos por diversos integrantes do grupo como o preferido para a realização de tarefa de sala. Conclui-se que é importante a utilização dos Testes Sociométricos no âmbito escolar e especialmente nas relações ocorridas em sala de aula, para que se possa ter um mapeamento do grupo e através de tais informações, direcionar as atividades educativas conforme a necessidade apresentada pelo grupo em questão.

 

Palavras-chave: Teste Sociométrico, Sociometria, Grupo, Relações interpessoais.

 

As relações interpessoais desenvolvem-se em decorrência da interação entre as pessoas. Para Moscovici (2000), o processo de interação humana é complexo e ocorre permanentemente, sob a forma de comportamentos manifestos ou não, verbais ou não-verbais, como pensamentos, sentimentos, reações mentais e/ou físico-corporais. Quando uma pessoa começa a participar de um grupo, há uma base interna de diferenças que englobam conhecimentos, preconceitos, experiências anteriores, crenças, valores e estilo comportamental, o que traz inevitáveis diferenças de percepções, opiniões e sentimentos em relação a cada situação compartilhada. Essas diferenças passam a constituir um repertório novo: o daquela pessoa naquele grupo.

Se as diferenças são aceitas e tratadas em aberto, a comunicação flui facilmente, se elas são negadas e suprimidas, a comunicação torna-se falha, bloqueios, distorções e “fofocas”. Dentro desse contexto e relacionando com a sala de aula, como o professor poderá avaliar as relações interpessoais dos alunos, de modo que consiga atingir um processo ensino-aprendizagem mais eficiente?

Para Weil (1967), existe a necessidade de se pesquisar de modo mais objetivo os fenômenos que ocorrem na dinâmica grupal. Nas suas observações feitas durante várias experiências de grupo, notava-se que alguns participantes não eram integrados devidamente até o fim da experiência; outros, desde o início, evidenciavam-se como possíveis líderes; ou estabelecia-se uma competição pela liderança; visto que havia a formação de subgrupos na maioria dos casos; em síntese, o grupo representava uma “rede”, e cada participante relacionava-se e era percebido e influenciado de maneira específica pelo resto do grupo.

Bany e Johnson (1965, apud MINICUCCI, 1982), estudaram demoradamente os grupos de sala de aula, afirmando que são os mais importantes para a vida da criança. Um grupo de sala de aula distingue-se de outros grupos pelas seguintes razões: o objetivo pelo qual se reúne é aprender; a participação no grupo e o seguimento das normas são fatores obrigatórios e os membros do grupo não têm o direito de selecionar o chefe.

Muitas relações interpessoais dentro do grupo se produzem de maneira não formal. São os subgrupos informais. Esses agrupamentos realizam funções e geram expectativas que, às vezes, visam à eficiência; outras vezes, visam à ineficiência, podendo, não raro, ser mais poderoso que a organização formal. Apesar dessas diferenças, o grupo de sala de aula é, por muitos motivos, um grupo de trabalho, pois os seus membros não podem abandoná-lo, já que a assistência às aulas é obrigatória, estabelecendo, com isto, uma situação de ligação involuntária ao grupo.

Segundo Moscovici (2000), o relacionamento interpessoal pode tornar-se e manter-se harmônico e prazeroso, permitindo um trabalho cooperativo, em equipe, com integração de esforços, conjugando energias, conhecimentos e experiências para se alcançar um produto maior que a soma das partes, ou seja, de plena sinergia. Ou então tenderá a tornar-se tenso, conflitante, levando à desintegração de esforços, à divisão de energias e à crescente deterioração do desempenho grupal, tendendo para um estado de entropia do sistema e, finalmente, para a dissolução do grupo. A liderança e a participação eficaz em grupo dependem essencialmente da competência interpessoal do líder e dos membros. O trabalho em equipe só terá expressão real e verdadeira sob a condição e no momento em que os membros do grupo desenvolverem sua competência interpessoal, o que lhes permitirá a tão desejada e propalada sinergia, em seus esforços colaborativos, para obter muito mais que a simples soma das competências técnicas individuais como resultado conjunto do grupo.

 

Metodologia

Criada por Jacob Levy Moreno, médico romeno nascido em 1889, de origem judaica e falecido em 1974 em Beacon/EUA, a Sociometria, por meio do Teste Sociométrico, instrumento usado neste trabalho, mensura as escolhas dos indivíduos e expressa-as através de gráficos representativos das relações interpessoais, possibilitando a compreensão da estrutura grupal. (BASTIN, 1966).

O grupo escolhido para a pesquisa foi composto por 20 pessoas, todos do sexo masculino, com idade entre 18 e 19 anos, selecionados dentre os milhares de jovens alistados no ano de 2003 para integrar o contingente de 2004 do Exército Brasileiro, como aluno do Núcleo de Preparação de Oficiais da Reserva (NPOR), localizado na cidade de Cascavel-PR,

O material de apoio utilizado foram os seguintes: Solicitações, Ficha de Solicitação, Sociograma e os Papéis desempenhados pelos sujeitos. A Ficha de Solicitação consiste em solicitar a cada membro do grupo que aponte, confidencialmente, os membros com os quais gostaria de realizar uma atividade no campo de trabalho. A partir dessas respostas, pode-se construir um sociograma, que ao ser analisado aparece alguns papéis desempenhados pelos sujeitos (figura 1).

 

O Teste Sociométrico visa medir a rede de inter-relações no interior do grupo. A análise das preferências dos alunos foi realizada por meio do sociograma, após a consolidação dos resultados. No tocante a precisão da medida do Teste Sociométrico, tal fato depende da sinceridade, por parte de cada aluno, quando na resposta de cada solicitação apresentada.

 

 

 

Resultados e Discussão

Após 01 mês de aulas foi realizado o 1º Teste Sociométrico, no dia 22 de março, solicitando aos alunos que indicassem 03 companheiros que gostariam de trabalhar em sala de aula. Sendo considerada apenas a primeira escolha, obteve-se o seguinte resultado (figura 4):

Como podemos perceber, o grupo está dividido em 04 subgrupos distintos, separados entre si. O Aluno 15 é considerado “líder” ou “estrela”, por ter recebido o maior número de pontos ponderados. O Aluno 05, que recebeu a 1ª escolha do líder, aparece no papel de “Eminência Parda”, podendo exercer influência sobre o líder. Os alunos 04, 09, 12, 13 e 16 desempenham o papel de “Esquecidos”, por terem escolhido e não receberem indicação. Os demais alunos são considerados: a) “focos” (02, 08, 20) por terem recebido mais indicações, sem se constituírem em “líder”; b) “companheiros” (06, 10, 14, 18), por terem recebido razoável indicação, sem se constituírem em focos; c) “pares” (01 e 14, 03 e 05, 02 e 20, e 06, 08), por terem se escolhido mutuamente.

Após 02 meses de aulas foi realizado o 2º Teste Sociométrico com a mesma solicitação do anterior, e os resultados agora apontam para a modificação do grupo (figura 5):

Agora o grupo se subdivide em dois tendo a seguinte caracterização: a) os alunos 03, 04, 09, 13 e 16 desempenham o papel de “Esquecidos”, por não receberem indicação; b) o aluno 15 ainda é considerado “líder”, por ter recebido o maior número de pontos ponderados; c) o aluno 11 aparece no papel de “Eminência Parda”, em substituição ao Aluno 05, por ter recebido a 1ª escolha do “líder”, podendo influenciá-lo; d) os demais são ou considerados pares, companheiros ou focos, dependendo da quantidade de indicação.

 Vale ressaltar aqui, que no período compreendido entre o 1º e o 2º Teste Sociométrico, o Aluno 05 sofreu um acidente automobilístico, permanecendo internado para tratamento de saúde, faltando às atividades escolares. Em conseqüência, perdeu a sua influência junto ao líder, e como será visto posteriormente, perdeu a influência dentro do grupo também.

Quatro meses após o inicio das aulas, foi realizado o 3º Teste Sociométrico, no dia 21 de junho, solicitando aos alunos que indicassem 03 companheiros que gostariam de trabalhar em sala de aula, resultando na seguinte configuração (figura 6):

Verificamos que todo o grupo, ainda, está se interagindo, passando de 02 subgrupos distintos para um único grupo. Os “esquecidos” agora são os alunos 04, 05, 06, 12 e 13 e o aluno 10 aparece no papel de “líder” ou “estrela”, em substituição ao aluno 15, eleito nos dois testes anteriores. O Aluno 08 aparece no papel de “Eminência Parda”, em substituição ao Aluno 11, e os demais alunos são, conforme a indicação, considerados focos, pares, ou companheiros.                                                  

Através da figura 7, é possível verificar o resultado do 4º Teste Sociométrico, realizado no mês de setembro, sobre os 03 companheiros que eles gostariam de trabalhar.

Nesta fase, dos 20 alunos participantes, restaram 18. O Aluno 03 foi desligado por problema de saúde, bem como o Aluno 05 teve a sua matrícula trancada pelo mesmo problema. Percebe-se que todo o grupo continua a se interagir de forma única. O Aluno 08 aparece no papel de “líder” por ter recebido o maior número de pontos ponderados, em substituição ao Aluno 10, eleito no teste anterior. O Aluno 07 aparece no papel de “Eminência Parda”, por ter sido indicado na 1ª escolha pelo “líder”. Os Alunos 11, 14, 19 e 20, são considerados “companheiros”, por terem recebido razoável votação, sem se constituírem em focos. Os Alunos 08 e 07, líder e eminência parda, respectivamente, escolheram-se mutuamente, com uma forte relação de dupla aceitação.

Após 09 meses de aulas foi realizado o 5º Teste Sociométrico, no dia 22 de novembro, solicitando aos alunos que indicassem 03 companheiros que gostariam de trabalhar em sala de aula, cujos resultados apontam para pequenas modificações (figura 10).

Verificamos que os alunos 04, 06, 09, 13, 16, 17 e 18, desempenham o papel de “Esquecidos”, por terem escolhido e não receberem indicação; o Aluno 10 aparece, novamente, no papel de “líder; o aluno 07 é considerado “companheiro”, por ter recebido razoável votação, sem se constituir em foco; o aluno 08 aparece no papel de “Eminência Parda”, em substituição ao aluno 07, por ter recebido a 1ª escolha do “líder”. Existe a escolha mútua entre os Alunos 07 e 08 com uma forte relação de dupla aceitação.

 

Análise sucinta dos alunos

Apresentamos a seguir uma análise sumária de cada aluno, permitindo ao leitor um melhor entendimento de cada integrante. Esta análise será feita pela identificação do aluno, seu comportamento no decorrer das atividades e resultado após a aplicação dos testes sociométricos.

O aluno 01 teve boa participação nas atividades escolares, demonstrou disciplina, interesse e esforço nas suas tarefas, mas com certa timidez ao falar em público, foi considerado “esquecido”; O aluno 02 teve boa participação nas atividades escolares, desempenhando o papel de “2º Foco Positivo”, com influência positiva no grupo; O aluno 03 não concluiu o curso, por problemas médicos; O aluno 04 destacou-se nas atividades desportivas, apresentou certa timidez ao falar em público, desempenhou o papel de “esquecido”; O aluno 05 não concluiu o curso, por problemas médicos. Tal fato gerou a aversão dos demais alunos, ocorrendo um declínio dos papéis desempenhados, culminando como “rejeitado”.

O aluno 06 teve uma participação discreta nas atividades escolares, apresentou problemas familiares e ao final foi considerado “companheiro”, iniciando uma rejeição pelo grupo; O aluno 07 também teve uma participação discreta nas atividades escolares, apresentou uma sensível melhora, após a divulgação do resultado do Teste Sociométrico, conscientizando-se que a não aceitação da separação dos seus pais tinha influência direta no seu rendimento, desempenhou o papel de “companheiro”, com tendência a aumentar a sua influência positiva no grupo; O aluno 08 teve boa participação nas atividades escolares, desempenhou ao final dos testes, o papel de “eminência parda”, com grande influência positiva no grupo; O aluno 09 teve participação discreta nas atividades escolares, apresentou certa timidez ao falar em público, desempenhou o papel de “esquecido”, com tendência a ser rejeitado; o aluno 10 teve boa participação nas atividades escolares, apresentou certa timidez no falar em público, desempenhou o papel de “líder”, apresentando grande influência positiva no grupo.

O aluno 11 teve boa participação nas atividades escolares, destacou-se pelos seus conhecimentos na área de informática, apresentou certa timidez no falar em público, desempenhou o papel de “companheiro”, com influência positiva; O aluno 12 teve uma participação discreta nas atividades escolares, com certa timidez no falar em público e individualismo nas atividades escolares, desempenhou o papel de “esquecido”; O aluno 13 teve uma participação discreta nas atividades escolares, apresentou grande rejeição do grupo, necessita buscar equilíbrio e a maturidade nas suas atitudes, foi considerado “rejeitado”; O aluno 14 teve boa participação nas atividades escolares, demonstrou disciplina, interesse e esforço, apresentou certo descontrole emocional nos trabalhos em grupo, desempenhou o papel de “companheiro”, começando a ser rejeitado pelo grupo; O aluno 15 teve boa participação nas atividades escolares, demonstrou interesse, humildade e dedicação, desempenhou o papel de “líder”, com grande influência positiva no grupo.

O aluno 16 teve uma participação discreta nas atividades escolares, com certa timidez no falar em público, foi considerado “esquecido”; O aluno 17 também teve participação discreta, desempenhou o papel de “rejeitado”, apresentando grande rejeição do grupo; O aluno 18 teve boa participação nas atividades escolares, apresentou deficiência no falar em público, desempenhou o papel de companheiro”; O aluno 19 foi o 11º colocado, teve boa participação nas atividades escolares, demonstrou disciplina, interesse, seriedade e certa timidez, sendo considerado “companheiro”; O aluno 20 teve boa participação nas atividades escolares, demonstrando disciplina, interesse e dedicação, ao final dos Testes Sociométricos, desempenhou o papel de “companheiro”, apresentando grande influência positiva no grupo.

 

Conclusão

Diante dos resultados apresentados, é possível afirmar que o Teste Sociométrico é um instrumento que pode ser utilizado como ferramenta pedagógica, pois permite identificar a posição de cada integrante no grupo. Ele cria condições ao professor para compor grupos mais homogêneos, com maior afinidade de ponto de vista, podendo o professor exercer controle sobre as relações interpessoais dos seus alunos, separando indivíduos divergentes no planejamento de tarefas, manipulando as condições ambientais físicas e sociais da sala de aula.

Também é preciso considerar que as pessoas são influenciadas pelas outras, e com o auxilio do Teste Sociométrico, o professor pode identificar todos os papéis desempenhados pelos seus alunos, em especial o “líder” e o “eminência parda”, de forma a utilizar este tipo de liderança para influenciar positivamente o restante do grupo, facilitando a comunicação dentro de sala de aula.

É preciso lembrar também que o Teste Sociométrico não deve ser utilizado para a “manipulação” dos alunos pelo professor, com intrigas, bloqueios, barreiras, distorções e “fofocas”, e sim para facilitar o processo ensino-aprendizagem. O grupo é dinâmico e em cada fase se torna diferente, ocorrendo mudanças de papéis entre os seus integrantes. O professor deve estar preparado para tais mudanças e nesse contexto, o Teste Sociométrico torna-se um excelente instrumento para explicitar tais fenômenos.

Pelo seu caráter optativo e verbal, o Teste Sociométrico presta-se mais facilmente a distorções e, portanto, fornece resultados que têm de ser interpretados com prudência. Para nos rodearmos de todas as garantias necessárias, impõe-se por isso enquadrá-lo num conjunto de provas que talvez possam explicar, fisicamente, psicologicamente, sociologicamente, os perfis sociométricos, traçados a partir de um quadro de papéis desempenhados pelos sujeitos. Se a solicitação for bem formulada, a passagem das respostas para a organização da matriz sociométrica e dos sociogramas quase não oferecerá dificuldades.

Assim concebido, esperamos que este trabalho esteja à disposição dos professores como um novo utensílio de investigação que lhes facultará, não só ensinamentos úteis para a boa compreensão dos alunos em sala de aula, mas ainda uma base suficientemente sólida para dar ao seu estabelecimento de ensino uma vida mais harmoniosa graças ao aperfeiçoamento das relações interpessoais.

Referências

BASTIN, G. As Técnicas Sociométricas. Lisboa: Morais Editora, 1966.

MINICUCCI, A. Dinâmica de grupo: teorias e sistemas. 1. ed. São Paulo: Atlas, 1982.

MOSCOVICI, F. Desenvolvimento interpessoal. 9ª ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 2000.

WEIL, P.; SCHUTZEMBERGER, A.A.; GARCIA, C. Dinâmica de grupo e desenvolvimento em relações humanas. Belo Horizonte: Itatiaia, 1967

Publicado em 17/09/2006


Sérgio Luiz Herder da Silva, Josiane Peres Ferreira -

Sérgio Luiz Herder da Silva:  Mestre em ciências militares pela escola de aperfeiçoamento de oficiais (ESAO), Rio de Janeiro, RJ,2001; especialista em docência no ensino superior pela FACIAP/UNIPAN de Cascavel-PR.  e-mail: sergyosylva@bol.com.br   ou  npor33bimtz@terra.com.br

Josiane Peres Ferreira:. Doutoranda em Educação pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul – PUCRS – início: 2006. Mestre em psicologia social e personalidade pela PUCRS – conclusão: 2002. especialista em orientação educacional (2000) e graduada em pedagogia (1998). Coordenadora do curso de pedagogia da FACIAP/UNIPAN de Cascavel-PR desde 2005. Professora do curso de especialização em psicopedagogia clínica e institucional da FACIAP. josianeperes@zipmail.com.br

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