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CONTRIBUIÇÕES DA PSICOPEDAGOGIA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

Clarissa Paz de Menezes

Resumo: A Psicopedagogia, com a proposta de perceber o sujeito como ator de um processo, no qual tudo e todos a sua volta estão envolvidos, ajuda o professor a perceber essa criança e lançar a ela um olhar investigativo, com o intuito de descobrir suas necessidades, para assim auxiliá-la na superação das dificuldades de aprendizagem e, principalmente na prevenção das mesmas. A ação do psicopedagogo na escola oportuniza um espaço de reflexões, onde o professor poderá através de diálogos e estudos com o psicopedagogo repensar e adequar a sua pratica de maneira a suprir as necessidades coletivas e individuais das crianças. Com esse olhar psicopedagógico, é possível perceber as necessidades de cada criança, além de perceber a escola como um todo, incluindo todos os participantes dessa escola como atuantes nas construções das crianças.

 

Palavras-chaves: Psicopedagogia, Educação Infantil, Construção do Conhecimento.

 

Problema

Os professores de Educação Infantil que não possuem um olhar psicopedagógico sobre a compreensão do desenvolvimento e da aprendizagem dos seus alunos, no que se refere às relações entre afetividade e cognição, apresentam maiores dificuldades na organização de uma proposta de intervenção pedagógica, que contribua para a prevenção das dificuldades de aprendizagem.

 

Objetivos

Objetivo Geral

Investigar as contribuições da Psicopedagogia para a Educação Infantil.

 

Objetivos específicos

Analisar a percepção da professora de Educação Infantil sobre relações entre afeto e cognição no processo de aprendizagem bem como a contribuição da Psicopedagogia para a atuação do professor.

Identificar a contribuição da Psicopedagogia Institucional no processo de formação continuada do professor e na prevenção das dificuldades de aprendizagem dos alunos.

 

Hipóteses

A Psicopedagogia contribui para a práxis do professor de Educação Infantil na medida em que oferece aporte teórico para a apropriação de relações entre afeto e cognição.

A Psicopedagogia contribui significativamente para a prevenção das dificuldades de aprendizagem e do fracasso escolar.

 

Instrumentos

Será utilizada uma entrevista semi-estruturada com registro concomitante da entrevistadora.

 

Amostra

As entrevistas serão realizadas com a psicopedagoga e com professora da Educação Infantil da Escola de Educação Básica Feevale – Escola de Aplicação.

 

Procedimentos

O tipo de entrevista adotado para a investigação proposta neste espaço de pesquisa é a semi-estruturada, registrada de forma concomitante pela entrevistadora, sendo feita uma análise teórica posterior, conforme o interesse da pesquisa. Segundo Triviños (1987, p.146), entende-se por.

 

... entrevista semi-estruturada, em geral, aquela que parte de certos questionamentos básicos, apoiados em teorias e hipóteses, que interessam à pesquisa, e que, em seguida, oferecem amplo campo de interrogativas, fruto de hipóteses que vão surgindo à medida que se recebem as respostas do informante. [...] o informante, seguindo espontaneamente a linha de seu pensamento e de suas experiências dentro do foco principal colocado pelo investigador, começa a participar do conteúdo da pesquisa.

 

Para tanto, as entrevistas serão realizadas pela entrevistadora no mês de novembro de 2004.

 

Análise e Interpretação

A análise das entrevistas será realizada a partir das seguintes categorias:

•Contribuições da Psicopedagogia à Educação Infantil;

•Relações entre afeto e cognição da aprendizagem de crianças na Educação Infantil;

•Contribuição da Psicopedagogia na prevenção das dificuldades de aprendizagem.

 

Cronograma

Tabela 1- cronograma da pesquisa

 

 

Psicopedagogia e dificuldades de aprendizagem.

A Psicopedagogia surge de uma necessidade de entender e solucionar as dificuldades de aprendizagem, que eram vistas como um mal. Durante muito tempo, a criança que tivesse alguma dificuldade de aprendizagem não era respeitada em seu processo de construção do conhecimento, sofrendo preconceitos e, muitas vezes, sendo encaminhada para escolas especiais. Buscando modificar essa realidade “a Psicopedagogia surgiu na fronteira entre a Pedagogia e a Psicologia, a partir das necessidades de atendimento de crianças com ‘distúrbios de aprendizagem’, consideradas inaptas dentro do sistema educacional convencional” (KIGUEL apud BOSSA, 2000 p.18).

 

Há muito tempo, vêm-se estudando os problemas de aprendizagem apresentados pelas crianças durante seu processo de construção do conhecimento. Com o passar do tempo e com os estudos realizados, podemos perceber, a partir de novas teorias, a compreensão de que essas dificuldades podem ser expressas pelo sujeito de diversas formas e por várias causas.

 

A Psicopedagogia, por exemplo, refere que a dificuldade de aprendizagem é um sintoma que surge a partir da “dinâmica de relações entre o sujeito e o meio familiar e social em que vive” (ESCOTT, 2004, p.66), podendo também ser explicada pela inadaptação da prática escolar às necessidades do aluno, ou seja, os chamados processos reativos.

 

Psicopedagogia e educação infantil.

Através de reflexões frente às entrevistas realizadas é possível dizer que a Psicopedagogia pode trazer importantes contribuições para a Educação Infantil.   

Segundo a psicopedagoga M.P. E

 

“A psicopedagogia pode contribuir com a ação pedagógica na Educação Infantil através de reflexões com o professor sobre o desenvolvimento do grupo de alunos e na elaboração de propostas adequadas para que avancem nas suas aprendizagens e também contribuir com conhecimentos da psicopedagogia.”

 

Percebe-se, a partir da fala da psicopedagoga, a importância do diálogo e da interação entre psicopedagogo e professor e de outros envolvidos no processo de ensino aprendizagem.

 

Bossa (2000) ao falar da importância do psicopedagogo na instituição escolar, afirma que “através da aprendizagem, o sujeito é inserido, de forma mais organizada, no mundo cultural e simbólico que o incorpora à sociedade” (IDEM, 2000, p.90). Sendo a instituição escolar parte da sociedade e a aprendizagem partindo da interação da criança na interação com o meio social, torna-se importante ressaltar a importância que o mundo sociocultural tem na aprendizagem da mesma.

 

A Psicopedagogia, no seu âmbito institucional, tendo uma preocupação especial com a prevenção das dificuldades de aprendizagem, preocupa-se em conhecer o sujeito como um ser único, embora complexo, pois segundo Bossa (2000, p.90) “cada sujeito tem umas histórias pessoais, da qual fazem parte várias histórias: a familiar, a escolar e outras as quais, articuladas, condicionam-se mutuamente.” A partir deste conhecimento da cultura e história do aluno, o professor e o psicopedagogo, juntamente com outros profissionais envolvidos no processo de ensino e aprendizagem, como o diretor, o supervisor e o orientador, construirão uma prática pedagógica que contribua para as construções de aprendizagem daquela criança, ou daquele grupo. Escott (2004, p.71) afirma que “a Psicopedagogia Institucional, insere-se neste contexto como a possibilidade de construção de um espaço de trocas e reflexão teórico-prática.”

 

Quando questionada sobre a contribuição da Psicopedagogia a professora T.M. E afirma que:

“O psicopedagogo nos ajuda a entender a ação do aluno e minha também dentro da sala de aula. Deveria ter aqui na escola mais um psicopedagogo ou um psicólogo. O professor também precisa procurar, estudar Psicopedagogia, a M já me indicou várias leituras e o espaço do diálogo com ela é importante e me dá forças para continuar quando tenho dúvidas...”

 

É possível afirmar, a partir da fala da professora, que o diálogo, os estudos e as reflexões contribuem para a qualificação da ação do professor, construindo uma prática pedagógica mais segura e, conseqüentemente, contribuindo para que os alunos construam suas relações de aprendizagem de forma tranqüila e gostosa. A professora TME refere também que:

“Mas a base disso tudo é a alegria de estudar, ensinar de conviver. Com amor não há obrigação e com alegria elas vão aprendendo sozinhas, embora eles aprendem sozinhos precisam de ajuda.”

 

Campos (2003, p.213) ressalta a importância do “vínculo do professor com a aprendizagem e seu prazer de ensinar” sendo claramente percebido que, quando o professor não sente prazer e não se sente seguro com seu processo de ensino aprendizagem, dificilmente os alunos construirão seus conhecimentos de forma tranqüila e sem problemas.

 

Pode-se afirmar então, que a Psicopedagogia, traz para a educação infantil, mais possibilidades de buscas e reflexões, tanto para professores quanto para alunos, que como sujeitos desejantes e aprendentes, necessitam de vários olhares, que consigam dar conta de suas necessidades e de suas vontades.

 

Relações entre afeto e cognição da aprendizagem de crianças na educação infantil

As entrevistas realizadas, assim como a análise das mesmas, nos remete a questões da construção do conhecimento pela criança e a importância que o desenvolvimento afetivo – cognitivo e moral tem nesta construção.

 

“Os alunos na educação infantil aprendem através da relação, das trocas que estabelecem com os outros e com os objetos do conhecimento, sendo a mediação do professor fundamental para que a aprendizagem ocorra e para que avance em suas hipóteses e forma de conhecer o mundo. A criança precisa estabelecer um bom vínculo, sendo considerado para isto suas desenvolvimento afetivo, cognitivo, social, através de desafios adequados aos mesmos”. (M.P.E)

 

A fala da psicopedagoga indica questões que envolvem as relações entre cognição e afeto, elementos de constante presença na construção das relações de aprendizagens das crianças. Paín (In PARENTE, 2000), números e letras não são aprendidos na escola, pois estes já se encontram integrados ao universo da criança quando ela nasce. Começa-se a ensinar os números muito cedo, a partir de brincadeiras, como a relatada por Paín (IDEM, 2000, p.18).

 

Os pais têm o costume de jogar os bebês para cima e fazê-los esperar para tê-lo novamente em seus braços. Fazem esse jogo dizendo: 1,2 e... 3.Fazendo uma introdução ao número. Este 1, 2, seguido de um tempo de espera para o 3, implica num registro de afeto.

 

Os números, também são ensinados aos bebês, ao contar quantos anos têm ou contar os passinhos quando estão aprendendo a andar. Esta primeira forma de aprender, tem um significado corporal, pois este aprendizado é construído a partir das trocas com os pais, principalmente das trocas afetivas, como acontece na brincadeira ou quando se segura a criança pelas mãos para caminhar, ou empurra-se um balanço. Todos momentos de cumplicidade entre o adulto e a criança.

 

Todas as aprendizagens da criança partem dessas experiências corporais e afetivas, tendo o jogo, um papel crucial no desenvolvimento da criança. Piaget (apud KAMII, 1992) afirma que para que a criança construa algum conhecimento, é necessário que este tenha significado para ela. Paín (in PARENTE, 2000, p.19) afirma: “temos que tornar o terreno o mais fértil possível a partir de sensações corporais e afetivas.”, ou seja, temos que significar as aprendizagens da criança.

 

“temos que respeitar a individualidade de cada criança, tenho que propor atividades que eles necessitem e que dêem conta, temos que observá-las perceber o que ela necessita e tentar suprir essas necessidades, sem esquecer que ela aprende com as outras crianças também, por isso o social e o biológico têm que andar juntos.” (TME)

 

Percebe-se pela fala da professora que a criança é um ser único e social, que têm uma história, necessidades e desejos distintos e estes devem ser respeitados, sem se esquecer da principal necessidade da criança, que é a interação e trocas com o meio social. Essas trocas sejam com adultos ou crianças, são indispensáveis para o desenvolvimento da criança.

 

A criança, ao ingressar na escola, possui um conhecimento prévio. Este tendo um significado afetivo em relação ao que será construído posteriormente pela criança. É necessário que a escola compreenda esses significados para organizar suas intervenções pedagógicas de forma a contribuir com o processo de aprendizagem do sujeito.

 

As relações da criança com o adulto são extremamente importantes para o desenvolvimento moral e intelectual da criança. O desenvolvimento ocorre naturalmente quando o adulto possibilita, que a criança tenha suas experiências, intervindo quando necessário. Segundo Rangel (1992, p.73) “é comum ver professores intervindo na dinâmica de relações entre crianças, impedindo-as de encontrarem, pelas trocas recíprocas, soluções próprias aos conflitos que vivenciam”. Essa intervenção da professora é extremamente prejudicial para o desenvolvimento cognitivo e moral das crianças, pois, desta forma, ela esta impedindo que se construa nas relações de aprendizagem um sujeito moralmente autônomo.  

 

Contribuição da Psicopedagogia na prevenção das dificuldades de aprendizagem

A Psicopedagogia Institucional preocupa-se com a instituição escolar e com a prevenção das dificuldades de aprendizagem. A psicopedagoga M.P.E refere que a criança que apresenta dificuldades de aprendizagem

 

“não consegue aprender ou sua aprendizagem é dificultada devido a fatores internos ou familiares, aparecendo como sintoma de algum conflito individual ou no relacionamento familiar ou uma inibição, na qual o sujeito não consegue nem sequer aproximar-se do objeto de conhecimento, ou fatores externos ao sujeito aparecendo como um processo reativo à instituição escolar (passividade, indisciplina).”

 

A Psicopedagogia surge de uma necessidade de solucionar as dificuldades de aprendizagem. Segundo a professora TME

 

“dificuldade é atraso, a criança que tem uma dificuldade, mostra um atraso naquilo em que ela está precisando a intervenção do adulto, até por que ela vai construindo e superando sozinha. Mas quando ela mostra um atraso, ou dificuldade ela ta dizendo que precisa da ajuda.”

 

Percebe-se pela fala da professora, que existe a necessidade de um maior aprofundamento teórico em relação aos conceitos da Psicopedagogia Crítica, ao que a mesma refere “M já me indicou várias leituras e o espaço do diálogo com ela é importante e me dá forças para continuar quando tenho dúvidas sobre meu método”.

 

Segundo Paín (1985) há duas condições que possibilitam a aprendizagem, as externas que indicam o ambiente que este aluno está inserido e as internas que estão relacionadas com a subjetividade do sujeito. É necessário que o professor tenha um olhar crítico e investigativo em relação aos seus alunos, percebendo cada sujeito como individual e fruto de uma história que contribui para a construção de seus vínculos, significados e constituição da modalidade de aprendizagem. Desta forma, se faz necessário perceber que cada grupo de alunos constitui uma identidade, um conjunto de sujeitos diferentes que constituem uma outra história e uma modalidade de interações, de significados e relações de aprendizagem.

 

Quando o professor, a partir de observações e atividades em sala de aula, percebe que seus alunos encontram dificuldades em construir suas relações, primeiro é preciso que ele faça uma investigação sobre esse grupo, ou criança. Sendo que “O diálogo é fundamental, com a psicopedagoga, com a orientadora, supervisora, com a criança, com a família...” (TME). Essa investigação parte de conversas com a mãe sobre a historia vital da criança, sendo importante ouvir a criança também, pois ela é o sujeito desta história. Não pode-se deixar de lado nesse caso uma reflexão sobre atuação do professor e da escola, pois nem sempre as dificuldades de aprendizagem são internas.

 

Após essa investigação, professor e psicopedagogo juntos, analisam os resultados da entrevistas e da reflexão sobre a atuação do professor. A partir desse resultado será criado um plano de intervenção, de maneira a auxiliar a criança a superar essas dificuldades e construir sua aprendizagem de forma tranqüila, pois segundo a psicopedagoga “prevenção refere-se atitudes que levem as evitar que as dificuldades de aprendizagem ocorram, trabalha-se então para que as relações de aprendizagem se dêem de forma a proporcionar a aprendizagem.”(M.P.E.)

 

É importante ressaltar que “a instituição escolar é um espaço de construção de conhecimento não só para o aluno, mas para todos nele envolvidos” (ESCOTT, 2004, p.36), ou seja, o aluno não é o único sujeito da aprendizagem na escola, o professor, o supervisor o orientador, o psicopedagogo e o diretor também fazem parte desse processo. Percebe-se tal questão na fala da professora quando ela se refere às percepções de aprendizagem de seus alunos:

“às vezes pra mim pode parecer uma dificuldade, mas conversando com pessoas de fora percebe-se que não” (T.M.E)

 

Assim, a partir da análise das entrevistas realizadas, percebe-se a importância da teoria psicopedagógica no cotidiano da escola, na medida em que, não só contribui para uma maior compreensão do desenvolvimento cognitivo e afetivo das crianças, como também como probletizadora da própria prática pedagógica do professor, contribuindo para o crescimento de todos.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

ARGENTI, Patrícia e  ESCOTT, Clarice Monteiro (2001).A Formação em Psicopedagogia nas Abordagens Clínica e Institucional: Uma Construção Teórico – Prática. Novo Hamburgo: FEEVALE

BOSSA, Nádia (2000). A Psicopedagogia no Brasil: Contribuições a partir da prática. Porto Alegre: Artmed

_________(2002) Fracasso escolar : um olhar psicopedagógico. Porto Alegre: Artmed

BOSSA, Nádia e OLIVEIRA, Vera Barros (Orgs.) (2004) Avaliação Psicopedagógica da Criança de Zero à Seis Anos. Petrópolis: Vozes

CAMPOS Maria Célia Malta. Psicopedagogo: um integralista –especialista em problemas de aprendizagem. IN BOSSA, Nádia e OLIVEIRA, Vera Barros (Orgs.) (2003) Avaliação Psicopedagógica da Criança de Zero à Seis Anos. Petrópolis: Vozes

ESCOTT,Clarice Monteiro (2004). Interfaces entre a Psicopedagogia Clínica e Institucional: Um olhar e uma escuta na ação preventiva das dificuldades de aprendizagem. Novo Hamburgo, FEEVALE

FERNANDEZ, Alicia(1991). A inteligência aprisionada : abordagem psicopedagógica clínica da criança e sua família. Porto Alegre: Artes Médicas

KAMII, Constance; DEVRIES, Rheta (1992). Piaget para a educação pré-escolar. Porto Alegre: Artes Médicas,

PARENTE, Sônia (2000). Encontros com Sara Paín.. São Paulo: Casa do Psicólogo,

PAIN, Sara (1992). Diagnóstico e tratamento dos problemas de aprendizagem..Porto Alegre: Artes Médicas.

PIAGET, JEAN Seis estudos de psicologia. Rio de Janeiro: Forense, 1985.

RANGEL, Ana Cristina Souza. Educaçao matemática e a construçao do número pela criança: uma experiência em diferentes contextos sócio-econômicos. Porto Alegre: Artes Médicas, 1992

WADSWORTH, Barry J(2000). Inteligência e afetividade da criança na teoria de Piaget : fundamentos do construtivismo. São Paulo: Pioneira

WEISS, Maria Lúcia Lemme (2003). Psicopedagogia clínica : uma visão diagnóstica dos problemas de aprendizagem escolar. 10. ed. Rio de Janeiro: DP&A

Publicado em 08/03/2006


Clarissa Paz de Menezes - Professora Graduada de educação infantil; Centro Universitário Feevale Pós Graduação em Psicopedagogia Clínica e Institucional Centro Universitário Feevale

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