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IDENTIFICAÇÃO DE APRENDIZAGEM NAS ESCOLAS NUCLEADAS DE BANCO CENTRAL – ILHÉUS/BAHIA

José Ricardo Rosa dos Santos

RESUMO

Neste trabalho, será buscada a identificação de uma aprendizagem, apresentando como e quando um determinado aluno aprende, e sendo assim, destaca-se dos demais, que em grande maioria enfrenta diversas dificuldades. Diante disso, uma possível solução poderá ser apresentada, como forma de nivelamento a um grau mais alto, aos alunos mais problemáticos. Será apresentado também neste trabalho, como um psicopedagogo poderá atuar nesta Instituição, a qual apresenta características bastante complexas, seja de ordem social, política, econômica e de grau de aprendizagem.

 

PALAVRA CHAVE: ensino – aprendizagem; Psicopedagogia; alunos problemáticos; aluno destaque.

 

INTRODUÇÃO

Em Banco Central, Distrito do Município de Ilhéus-BA, verifica-se uma grande deficiência no que diz respeito ao índice de aprendizado, fato exposto pelos próprios professores desta comunidade. Fatores como a distância, a vida rural com trabalhos excessivos e rotineiros, a falta de uma perspectiva de vida melhor, dificuldades financeiras, etc..., são alguns dos motivos que elevam este índice.

A escola pesquisada é a única do local, e funciona do pré-escolar à oitava série do ensino fundamental. Isto resulta em mais uma questão difícil, vez que, o aluno tem que se dirigir a outro município para cursar o ensino médio. 

Em meio a tantos problemas e dificuldades ligados ao processo de ensino-aprendizagem na comunidade de Banco Central, alguns alunos destacam-se pela vitória a estes obstáculos.

Apesar de em menor número, a influencia de um estudo mais aprofundado a estes alunos pode vir a ser um instrumento para descobertas de novos horizontes no processo de ensino-aprendizagem neste local.

Para este trabalho, foi escolhido um aluno da 6º serie, que se destaca na sala de aula com um grau mais elevado de aprendizagem, numa turma onde a homogeneidade liga-se mais a dificuldade no aprender.

Um fato também interessante foi explanado na última reunião pedagógica, onde se discutiu a grande dificuldade em se manter não só o respeito dos alunos perante os professores e demais autoridades da escola, como também, a própria vontade e motivação desses alunos que, por diversas questões, apresentam-se com um índice gravíssimo de baixa estima. Daí foi citado a necessidade de um profissional que atue nesta área, mas precisamente, um psicopedagogo, que seria de grande valia no estudo, análise e elaboração de diagnósticos e projetos, com fins a melhoria da qualidade das questões ligadas ao ensino-aprendizagem neste estabelecimento.

 

DISTRITO DE BANCO CENTRAL

O Banco Central localiza-se a Oeste de Inema, norte de ages do Banco oeste de BR_ 101 e Sul de Itajuipe.

Banco Central passa a ser distrito de Ilhéus.

Em Fevereiro de 1934 e instalada a primeira escola. Em 1935 a escola de São José, fundada pelo professor José Alves de Mata Junior funcionário da 1º á 4º série.

Em 1988 segue o ensino do Magistério, que não continuou devido à carência de estudantes. Daí, o distrito ficou apenas com a Escola de Educação Infantil à 8º série do ensino fundamental.

Sua localização está a 17Km do município de Uruçuca (1 hora de Ilhéus) com estrada de barro, o que ocasiona diversas dificuldades como quebra de ônibus e interdição de via por causa das chuvas.

 

IDENTIFICAÇÃO

 

Localidade: Distrito de Banco Central- Ilhéus -BA

Escola Pesquisada: Escolas Nucleadas de Banco Central

Pesquisador: José Ricardo Rosa dos Santos

Disciplina Específica Pesquisada: Língua Inglesa

Titulação do Pesquisador: Filósofo e Especializando em Psicopedagogia

Instituição: UESC-BA/ Dep. NUPPE

Entrevistado: G.N.S. Idade: 12- data de nasc. 09.03.91

Série: 6ª série

Desde quando pesquisa a escola: Desde o pré - escolar

Repetiu algum ano: Não

 

IMPORTÂNCIA DO TEMA E JUSTIFICATIVA

A experiência livre seria a melhor forma de se colocar o aluno como responsável pela aprendizagem, contudo, o papel do professor é muito importante e ele deve procurar o equilíbrio entre o dirigir e o orientar. Com base nisto, verifica-se que existe uma grande necessidade do professor atuar com mais proximidade às questões de ensino-aprendizagem, principalmente quando se tratar de turmas complicadas, como as das Escolas Nucleadas de Banco Central.

Os professores, na maioria, são de fora do Distrito, e enfrentam também muitas dificuldades, como o difícil acesso ao local e a falta de contato uniforme entre todos os membros da escola.

Dentro deste contexto, percebe-se a necessidade de se verificar, não só os problemas de caráter interno, como também, os de ordem externa, os quais influenciam em muito o processo de ensino e aprendizagem, visto que, o aluno chega na escola sobrecarregado de problemas, os quais são transpostos para sala de aula, que encontra um professor “estrangeiro” e também cheio de dificuldades, deixando assim, a paixão pelo ensino e a necessidade, como principal elemento encorajador do seu bom desempenho em sala de aula.

 

OBJETIVOS

 

OBJETIVO GERAL

Buscar, dentro de um contexto difícil e insatisfatório, uma exceção às condições da realidade, para servir de alternativa à solução de um problema maior. Mais precisamente, na busca do encontro de um equilíbrio entre as condições desfavoráveis do ambiente externo com a realidade do aluno em sala de aula, além de identificar as possibilidades da ação do psicopedagogo nas escolas.

 

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Apresentar um aluno que se apresente como exceção a realidade do Distrito, bem como, identificar nele uma saída a esta triste situação;

Buscar soluções sobre as carências de profissionais específicos na instituição;

Possibilitar o questionamento sobre as ações separatistas (alunos bons X alunos maus);

Encontrar ações e possibilidades de atuação do profissional da área de Psicopedagogia.

 

DESENVOLVIMENTO

 

PROCESSO DE ENSINO – APRENDIZAGEM EM BANCO CENTRAL

 

         O ciclo cognitivo acontece através da experiência: Experiência concreta - observação reflexiva - conceituação abstrata - experiência ativa - experiência concreta.

Muitos estudantes sentem-se perdidos quando o estímulo é excessivo, porém, sem assistência.  Quando a informação é excessiva e por acaso, dada para aprendizagem de rotina, é cansativo e exige muito tempo.

         Trabalha-se nas ENBC (Escolas Nucleadas de Banco Central), de forma a se encontrar o equilíbrio e assistência de acordo com os planos, progressos e oportunidades, através de informações estruturadas e fornecidas de forma gradual e direta.  Desta forma, busca-se evitar o cansaço, a perda de tempo e o desprendimento do aluno.

         A questão é que apesar deste esforço, verifica-se uma descaracterização ao processo de ensino-aprendizagem, onde o aluno comporta-se como se nenhum método do professor fosse eficaz.

          O problema maior vivido nesta localidade origina-se de suas próprias casas. Crianças com alto índice de violência e carência de valores comportam-se de maneira a não conseguir sucesso na escola.

          O professor termina fazendo papel de pai, psicólogo, psicopedagogo, e até mesmo de policial. Isso ocasiona um detrimento da real função do professor, que seria o de assistência para o aprendizado do aluno.

          Duas questões lançadas por Martins (1990:21) quanto ao binômio homem-indivíduo, sobre o que a educação deve considerar, são importantes na busca de uma concepção satisfatória a respeito da realidade do ensino em Banco Central:

1- Que tipo de homem desejamos obter como produto de ação educativa?

2- Que tipo de sociedade interage com esse homem que pretenderes formar?

A situação deste distrito revela uma precária idéia de valores (está sendo trabalhado neste ano de 2003 o "projeto valores", pelas E.N.B.C.), uma instabilidade econômica, basicamente ligada à agricultura e uma grande carência de perspectiva de futuro.

         Tudo isto reverte a uma deterioração do sistema educacional, que não consegue se basear nestas duas questões de Martins.  Na verdade o homem que a escola quer como produto, choca-se com a realidade da sociedade onde ele vive.

          Segundo (Teixeira, 1987:3), o aluno é um ser em desenvolvimento contínuo, que apresenta estágios com características e necessidades específicas. Encontrar uma maneira de se trabalhar o aluno de E.N.B.C. de forma mais eficiente tem sido uma grande busca dos professores desta escola, que sentem-se muitas vezes frustrados em não conseguir transmitir o mínimo de conhecimento ao aluno.

 

 DISCIPLINA OBJETO DE TRABALHO – LÍNGUA INGLESA

 

         Considerada pela maior parte dos alunos como a pior das disciplinas, verifica-se nas turmas que essa aversão à língua inglesa chega a ser natural, vez que, os problemas enfrentados por esta comunidade, colocam a referida disciplina num patamar de "ilusão", e fora da realidade dos alunos. Em outras palavras, a importância de se aprender uma língua estrangeira é sabida, porém, desnecessária, isto na concepção dos alunos.

         A falta de recursos e de contatos gera um alto grau de insatisfação dos alunos com a língua inglesa, o que remete ao professor a buscar a cada dia, novas técnicas, refletindo assim o real valor da disciplina.

         Com base nisto, o professor deve ser um facilitador de aprendizagem, se visto sob a ótica de Rogers ou de Saint Arinus (1981), uma vez que os professores facilitadores (Rogers pág. 96) tanto oferecem recursos de aprendizagem de dentro de si mesmos, de suas próprias experiências, de livros ou de outros materiais ou de experiências de comunidade quanto providenciam que o foco de aprendizagem seja (Rogers, pág.97) "primordialmente a produção de continuidade do processo de aprendizagem".

         Sendo assim, vem a questão: Como trabalhar uma língua estrangeira, sendo que não existe esta continuidade? Deve-se buscar este ponto inicial e seguir em frente. Este está sendo o trabalho do atual docente de Inglês nesta escola.

          Segundo Saint Arinus (p.74) os professores precisariam entender que muito embora considerem arranjos de palavras como conceitos e princípios, as palavras tornam-se significativas para o educando somente quando ele lhes atribui sentido, residindo em suas necessidades, interesses e maneira de aprender a parte desse sentido.

 

2.3 ALUNO DESTAQUE NO PROCESSO DE ENSINO – APRENDIZAGEM NAS E.N.B.C. / Aluno: G.N.S.

 

         O processo de ensino - aprendizagem não caracteriza, para efeito de estudo, somente nas situações onde o aluno não se desenvolve bem. Um resultado excepcional, onde em meio a muitas dificuldades, o aluno consegue se desenvolver bem pode ser uma ótima oportunidade de estudo, em busca da evolução e do desenvolvimento da turma, como um todo.

         Pensando assim, em meio a muitas variantes de dificuldades, escolhe-se um aluno da 6ª série do ensino fundamental que apresenta em suas notas e atuação em sala de aula, um exemplo de aluno, no que conserve a desenvolvimento de aprendizagem.

         Por que a maioria da turma segue-se avessa ao aprendizado, e este aluno não? Será que se trata de um aluno especial? Que tratamento ele recebe e o que o estimula a estudar?

         Essas e outras questões serão discutidas neste trabalho, a fim de que se aproxime de uma resposta mais contundente.

         Através da análise da entrevista do aluno, verificou-se que ele possui uma boa noção de mundo, desde questões morais a de relacionamento, e questões materiais.

         Observou-se neste discente, uma preocupação básica com o seu crescimento pessoal, bem como, a sua indignação com o descomprometimento dos seus colegas com a escola, com os professores e, conseqüentemente, com o aprendizado.

         A própria característica de sua família pode ser resultado, (precoce ou não) de um estímulo maior para o estudo.

Buscou-se verificar na entrevista, o que (Bassedas, 31) afirmou: “... é importante não perder de vista a globalidade da pessoa, tentando vê-lo somente como aluno e esquecendo os outros sistemas em que está imerso (família, grupo-aula, escola, etc.)”

 

 

FIGURA 1: Relação Aluno/professor – contexto social

A = Aluno

P = Professor

 

 

ATUAÇÃO PSICOPEDAGÓGICA NAS E.N.B.C.

A atuação do Psicopedagogo na instituição visa a fortalecer-lhe a identidade, bem como buscar o resgate das raízes dessa instituição, ao mesmo tempo em que procura sintonizá-la com a realidade que está sendo vivenciada no momento histórico atual, buscando adequar esta escola às reais demandas da sociedade. Como em Banco Central a realidade não é muito favorável, há uma necessidade particular do psicopedagogo em trabalhar uma adequação às atuais condições.
           Durante todo o processo educativo, procura investir numa concepção de ensino-aprendizagem que: Fomente interações interpessoais; Incentive os sujeitos da ação educativa a atuarem considerando integradamente as bagagens intelectual e moral; Estimule a postura transformadora de toda a comunidade educativa para, de fato, inovar a prática escolar; contextualizando-a; Enfatize o essencial: conceitos e conteúdos estruturantes, com significado relevante, de acordo com a demanda em questão; Oriente e interaja com o corpo docente no sentido de desenvolver mais o raciocínio do aluno, ajudando-o a aprender a pensar e a estabelecer relações entre os diversos conteúdos trabalhados; Reforce a parceria entre escola e família; Lance as bases para a orientação do aluno na construção de seu projeto de vida, com clareza de raciocínio e equilíbrio; Incentive a implementação de projetos que estimulem a autonomia de professores e alunos; Atue junto ao corpo docente para que se conscientize de sua posição de “eterno aprendiz”, de sua importância e envolvimento no processo de aprendizagem, com ênfase na avaliação do aluno, evitando mecanismos menores de seleção, que dirigem apenas ao vestibular e não à vida.

Nesse sentido, o material didático adotado, após criteriosa análise, deve ser utilizado como orientador do trabalho do professor e nunca como o único recurso de sua atuação docente.
            Seria necessário, para contribuir na evolução de um mundo que melhore as condições de vida da maioria da humanidade, que os alunos sejam capazes de olhar esse mundo real em que vive, interpretando-o, decifrando-o e nele ter condições de interferir com segurança e competência.          .
Para tanto, juntamente com toda a Equipe Escolar, o Psicopedagogo estará mobilizado na construção de um espaço concreto de ensino-aprendizagem, espaço este orientado pela visão de processo, através do qual todos os participantes se articulam e mobilizam na identificação dos pontos principais a serem intensificados e hierarquizados, para que não haja ruptura da ação, e sim continuidade crítica que impulsione a todos em direção ao saber que definem e lutam por alcançar.                             .
           Considerando a escola responsável por parcela significativa da formação do ser humano, o trabalho psicopedagógico na instituição escolar, que se pode chamar de psicopedagogia preventiva, cumpre a importante função de socializar os conhecimentos disponíveis, promover o desenvolvimento cognitivo e a construção de normas de conduta inseridas num mais amplo projeto social, procurando afastar, contrabalançar a necessidade de repressão. Assim, a escola, como mediadora no processo de socialização, vem a ser produto da sociedade em que o indivíduo vive e participa. Nela, o professor não apenas ensina, mas também aprende. Aprende conteúdos, aprende a ensinar, a dialogar e liderar; aprende a ser cada vez mais um cidadão do mundo, coerente com sua época e seu papel de ensinante, que é também aprendente. Agindo assim, a maioria das questões poderá ser tratada de forma preventiva, antes que se tornem verdadeiros problemas. A comunidade de Banco Central encontra-se repleta de situações onde a educação vê-se lesada e necessitando de uma intervenção. Diante disso, percebe-se a necessidade de atuação do psicopedagogo, na escola de Banco Central.
             A psicopedagogia trabalha e estuda a aprendizagem, o sujeito que aprende, aquilo que ele está apontando como a escola em seu conteúdo sociocultural. Através da percepção do aluno G.N.S., verifica-se e encontram-se algumas alternativas de atuação do professor e da escola, para uma melhor compreensão acerca da complexidade dos processos de aprendizagem e, dentro desta perspectiva, procurando sanar suas deficiências.               
             Surgi-se então, a necessidade de uma melhor compreensão do processo de aprendizagem, comprometida com a transformação da realidade escolar, na medida em que possibilita, mediante exercício, análise e ação reflexivas, superar os obstáculos que se interpõem ao pleno domínio das ferramentas necessárias à leitura do mundo e atuação coerente com a evolução e progresso da humanidade, colaborando, assim, para transformar a escola extemporânea, que não está conseguindo acompanhar o aluno que chega a ela, em escola contemporânea, capaz de lidar com os padrões que os alunos trazem e de se contrapor à cultura de massas predominante, dialogando com essa cultura.   

 

METODOLOGIA

Para a obtenção das informações necessárias à elaboração deste trabalho foi realizado um levantamento individual e sócio-econômico do aluno “modelo” das Escolas Nucleadas de Banco Central, além de obtenção de informações sobre a atuação do Psicopedagogo na Escola, através de pesquisas e análises junto aos professores da região.

 

ORGANIZAÇÃO DOS MÉTODOS

Neste trabalho foi utilizada uma ficha com questões abertas, que foram analisadas, digitadas e apresentadas em forma de relatório. Sujeito da pesquisa: aluno modelo das Escolas Nucleadas de do Distrito de Banco Central.

Área de estudo: Distrito de Banco Central, na cidade de Ilhéus (E.N.B.C)

Período da pesquisa de campo: fevereiro a abril de 2003.

Pesquisador: José Ricardo Rosa dos Santos

Número de questionários aplicados: 01

Dados pesquisados:

Identificação do aluno;

Nível de escolaridade;

Situação familiar;

Moradia;

Relação com os colegas na escola

Aprendizado

Relação com os Professores

Atividade de lazer;

Principais problemas;

Comentários.

2.2.2 DOCUMENTOS AUXILIARES

FIGURA 2: Mapa com a localização do Distrito de Banco Central

                                 

 

 

 

   

FIGURA 2: Mapa com a localização do Distrito de Banco Central

                                     LAGE DO BANCO

 

 

                       INEMA BR 101

                                                                           

 

                                                               ITAJUÍPE FIGURA 3: Rosa dos Ventos/ localização do Banco Central

 

CONSIDERAÇÕES FINAIS

                       .
         Para o favorecimento e a apropriação do conhecimento pelo ser humano, ao longo de sua evolução, a ação psicopedagógica consiste numa leitura e releitura do processo de aprendizagem, bem como da aplicabilidade de conceitos teóricos que lhe dêem novos contornos e significados, gerando práticas mais consistentes, que respeitem a singularidade de cada um e consigam lidar com resistências. A ação desse profissional jamais pode ser isolada, mas integrada à ação da equipe escolar, buscando, em conjunto, vivenciar a escola, não só como espaço de aprendizagem de conteúdos educacionais, mas de convívio, de cultura, de valores, de pesquisa e experimentação, que possibilitem a flexibilização de atividades docentes e discentes. O aluno G.N.S., como fonte de estudo, ajudou na identificação de um problema que se caracteriza não apenas por uma percepção de um aluno destaque, como também, toda uma problemática de ordem escolar, e também, de uma maneira geral, de toda a comunidade de Banco Central.

REFERÊNCIAS

BASSEDAS, Eulália. Intervenção Educativa e diagnóstico psicopedagógico/Eulália Bassedas, Teresa Huguet, Maite Marrodán, Marta Oliván, Mireia Planas, Montserrat Rossell, Manuel Seguer e Maria Vilella; Trad. Beatriz Affonso Neves. – 3.ed. – Porto Alegre: Artes Médicas, 1996. p.31

MARTINS, José do Prado. Didática Geral. 2.ªed. S.P.: Atlas, 1990. p.21

ROGER, Carl. Um jeito de ser. São Paulo: E.P.U. – Editora Pedagógica  e  Universitária Ltda. p. 97

SANT ANNA, E. Maria. Microensino: Habilidades técnicas do professor. São Paulo: McGraw Hill do Brasil, 1981. p. 70 e 74

TEIXEIRA, Gilberto. O conceito de currículo e o processo de aprendizagem. São Paulo: Apostilas da disciplina Didática de Ensino da Administração do curso de pós-graduação em administração da FEA/USP. p. 3

Publicado em 11/12/2003


José Ricardo Rosa dos Santos - Professor de Filosofia: ITERFIM – Instituto de Ensino Superior / Ilhéus-Ubaitaba BA Professor das Escolas Nucleadas de Banco Central 5.ª a 8.ª séries Especialização em Psicopedagogia – Conclusão Dez. 2003 – Universidade Estadual de Santa Cruz; Psicanalista em Formação – Sindicato dos Psicanalistas e Psicoterapeutas da Bahia; Filósofo – Universidade Estadual de Santa Cruz – UESC/BA

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