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RELAÇÃO ENTRE A PSICOPEDAGOGIA E O ENSINO SUPERIOR

Leticia Correa Celeste e Gustavo de Val Barreto

Relação entre a psicopedagogia e o ensino superior: análise da produção nacional

Resumo
Objetivo: Analisar a produção nacional nos seus aspectos qualitativos e quantitativos no que diz respeito à relação entre psicopedagogia e o ensino superior. Método: busca sistemática de artigos científicos, livros e capítulos de livros, considerando-se as publicações nacionais que envolvessem o tema no período de 1990 a 2011. Consideraram-se também os grupos de estudos cadastrados no Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Resultados: Foram encontrados um livro, um grupo de pesquisa no Cnpq e 10 artigos científicos. Conclusão: A análise dos estudos encontrados mostrou a relevância da atuação da psicopedagogia em instituições de ensino superior, seja em ações quanto aos processos de aprendizagem e vivências escolares do corpo discente, seja junto ao corpo docente auxiliando na formação e planejamento dos professores universitários.

Palavras-chave: psicopedagogia, ensino superior, universitário(s), professor(es) universitário(s).

Abstract
Purpose: To analyze the national production in its qualitative and quantitative aspects in what it says respect to the relation between psychopedagogy and superior education. Method: it is a systematic researches of scientific articles, books and chapters of books, considering itself the national publications that involved the subject in the period of 1990 the 2011. The groups of studies registered in cadastre in the National Advice of Scientific and Technological Development had been considered also. Results: A book, a scientific group of research in the Cnpq and 10 articles had been found. Conclusion: The analysis of the joined studies showed the relevance of the performance of the psychopedagogy in superior education institutions, either in action how much to the processes of learning and pertaining to school experiences of the student staff, either next to the faculty assisting in the formation and planning of the university professors.

Key-words: psychopedagogy, hight education, university student, university teacher.

Introdução
A psicopedagogia apresenta décadas de existência no Brasil e na Europa, fato comprovado pelas publicações existentes na área, porém a definição do campo e da psicopedagogia em si ainda são discutidos (Bossa, 2008; Masini, 2006). Bossa (2008) apresenta uma definição da psicopedagogia via seu campo de atuação, colocando a psicopedagogia como “uma área que estuda e trabalha com o processo de aprendizagem e os fatores que a favorecem, bem como com aqueles que comprometem esse processo, gerando as dificuldades de aprendizagem” (Bossa, 2008, p.45).

A psicopedagogia deve ser vista de forma interdisciplinar. Isto porque o psicopedagogo precisa congregar conhecimentos de diversas áreas, a fim de intervir no processo de aprendizagem, seja para potencializá-lo ou para enfraquecer problemas, atendendo as necessidades individuais de aprendizagem (Beyer, 2011). Dentro desse foco, pode-se afirmar que a psicopedagogia encontra-se em uma fase na qual há uma organização de um corpo teórico específico, a fim de integrar psicolingüística, pedagogia, psicologia, neuropsicologia e fonoaudiologia numa visão interdisciplinar do fenômeno da aprendizagem humana (Tavares, Gomes e Carvalho, 2009).

Essa abordagem geral da integralidade de psicopedagogia pode ser visualizada também através das diferentes áreas de atuação: as teorias atreladas a psicopedagogia são relacionadas à prática pedagógica, à área empresarial e à prática clínica (Beyer, 2011), sendo que é impossível pensar nessas possibilidades de atuação de qualquer forma que não seja a interdisciplinar e ligada diretamente aos processos que envolvem a aprendizagem.

Sendo o objeto de estudo da psicopedagogia a aprendizagem humana (Beyer, 2008; Bossa, 2008), inclui-se aqui os processos de aprendizagem no ensino superior.

A atuação da psicopedagogia no ensino superior se justifica, segundo Stoffel (2006), por diversas razões, das quais destacam-se:
•Adaptação do discente ao ensino universitário;
•Auxiliar o discente a desenvolver sua capacidade de auto-aperfeiçoamento;
•Investigação da questão da evasão escolar;
•Diagnosticar, junto ao corpo docente e discente, as prioridades de atuação da psicopedagogia e suas estratégias.
 
Método
Para análise da produção nacional envolvendo a psicopedagogia e sua atuação no ensino superior, foram investigados grupos de pesquisas e publicações sobre o tema.

Os grupos de pesquisa foram procurados no banco de dados do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) sob um único uni termo: psicopedagogia. A partir de tal uni termo, foi realizada leitura da descrição de todos os grupos encontrados e catalogados àqueles que se centram diretamente na relação da psicopedagogia e o ensino superior.

Para seleção das publicações deste estudo foi utilizado o meio digital como prioridade de busca. No caso de livros e revistas cuja publicação não é disponibilizada online, a busca foi realizada de forma manual em duas bibliotecas (biblioteca do Centro de Gestão Empreendedora FEAD e biblioteca da Universidade Federal de Minas Gerais). Os artigos científicos foram buscados na internet através dos bancos de dados: Scielo.org, Directory of open Access journals, TEL (thèses-em-ligne) e US patent full-text and image database. Além desses, foram realizadas buscas diretas nas revistas: Psicopedagogia e Revista psicopedagogia online, por serem as duas revistas nacionais com tema explícito “psicopedagogia” disponíveis na internet com qualificação da CAPES.

A análise das publicações utilizadas neste estudo seguiu três variáveis considerando a delimitação da mesma, a saber: tipo de publicação, período de publicação, temática abordada.

A primeira variável, tipo de publicação, foi dividida considerando-se: livros, capítulos de livros e artigos científicos. Para que a publicação fosse considerada como “livro”, o tema deveria estar disponível no título ou subtítulo do mesmo.

A segunda variável, período de publicação, foi relativa aos anos entre 2000 e 2011, sendo esses subdivididos em dois grupos: grupo 1, de 2000 a 2005, e; grupo 2, de 2006 a 2011. A divisão apresenta foi realizada por conveniência.

Por fim, foi analisada a temática abordada nas publicações, como terceira variável. Essa foi subdividida nos seguintes temas: formação de professores universitários, aprendizagem no ensino superior, vivências acadêmicas e rendimento escolar, atuação psicopedagógica no ensino superior e mais de um tema, ou seja, quando o artigo envolve mais de um dos tópicos acima separados pelos autores (eg. Formação de professores universitários e vivências acadêmicas). Para definição de cada abordagem, a publicação foi lida na íntegra a fim de melhor definir a pertinência da linha seguida na publicação. A busca da produção nacional será divida em dois grupos para apresentação dos resultados: grupo de pesquisa e publicações.

Para todas as variáveis apresentadas, foi considerada a freqüência de publicação com o número total e a porcentagem. Para análise estatística dos dados, foi utilizado o teste de uma afirmativa sobre uma proporção, com índice de significância de 95%.
 
Resultados
Quanto a primeira variável, tipo de publicação, foram encontrados: um grupo de pesquisa (8%), um livro (8%) e 10 artigos (84%).

Foi encontrado apenas um grupo de pesquisa cuja delimitação mostrou evidentemente o foco na relação entre a psicopedagogia e o ensino superior. O “Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Superior”, que tem como líderes Brasil e Tourinho, foi formado em 2000 e apresenta as seguintes linhas de pesquisa: 1. Avaliação, planejamento e gestão de instituições de ensino superior; 2. Educação superior na Amazônia; 3. Inclusão no ensino superior, e; 4. Pertinência social e formação no ensino superior.

Quanto à publicação em livros, foi encontrado apenas um com a temática aqui estudada: “A Complexidade da Aprendizagem: destaque ao ensino superior” (Martinez e Tacca, 2009). O outro traz oito capítulos nos quais os seguintes temas foram abordados: aquisição e acumulação de conhecimentos, linguagem como elemento essencial na aprendizagem, aprendizagem de alunos diagnosticados com dificuldades ou déficits, a subjetividade no ensino, metodologia de pesquisa, vivências no processo individual do aprender e processos de aprendizagem no ensino superior.

No que diz respeito à segunda e terceira variável, o quadro 1 apresenta os resultados destacando ano de publicação, tema geral abordado no artigo e título do mesmo.


Como é possível observar através do quadro 1, 50% dos artigos encontrados encontram-se dentro do período de 2000 a 2005, deixando, consequentemente 50% para o período de 2006 a 2011, sendo que não foram encontrados artigos com o ano de publicação 2011.

Com relação aos temas encontrados, foram encontradas três principais vertentes principais, como indica a tabela 1. Ressalta aqui que os temas aprendizagem no ensino superior e vivências acadêmicas e rendimento escolar foram agrupados em uma mesma vertente: psicopedagogia e estudantes universitários.

Discussão
Quanto ao tipo de publicação os resultados aqui apontados mostram uma escassez considerável de estudos sobre a relação psicopedagogia e ensino superior. Esses resultados podem indicar que a, além de poucos estudos serem desenvolvidos, a divulgação desse tema está também prejudicada. As principais faltas dizem respeito aos grupos estudos e aos livros. Quanto aos grupos de estudos cadastrados no Cnpq, foram registrados no último censo 27.523 (Diretório dos grupos de pesquisa, Cnpq, 2012). Esse dado evidencia a carência de equipes voltada para os estudos e pesquisas sobre a psicopedagogia no ensino superior.

O número de artigos encontrados, apesar de serem proporcionalmente superiores aos demais tipos de publicação (84% versus 16%) não expressa grande relevância, em uma análise de quantidade, dentro das publicações gerais de psicopedagogia. Ainda quanto aos artigos, a análise da segunda variável estudada nesta pesquisa (período de publicação) revela que não houve crescimento das publicações ao longo dos anos de 2000 a 2011.

Os artigos que tratam da atuação psicopedagógica no ensino superior apresentam três vertentes principais: relação entre psicopedagogia e os professores universitários, a psicopedagogia e os estudantes universitários e atuação da psicpedagogia no ensino superior.

Formação de professores universitários
Em uma reflexão epistemológica, Tardif (2000) questiona a formação dos professores universitários e dos saberes, competências e habilidades que os mesmos possuem. O autor afirma que os saberes dos professores são temporais, no sentido que os conhecimentos são adquiridos com o tempo, desde sua formação escolar inicial até a universitária. O mesmo coloca ainda que os conhecimentos dos professores são plurais e heterogêneos, uma vez que tais conhecimentos são providos de diferentes fontes, não há um conceito absoluto em uma disciplina e são marcados pelas experiências individuais de cada professor.
Para Tardif (2000), a formação dos professores universitários é, em sua maioria, dada sob o modelo aplicacionista, no qual não há interrelação entre pesquisador, transmissão do conhecimento produzido pela pesquisa e aplicação prática desse conhecimento. Para o autor, essa lógica deve ser repensada e discutida no momento da formação do professor universitário.

Uma vez que a Psicopedagogia é vista como uma área de conhecimento e de atuação voltada pelo e para o processo de aprendizagem humana (Beyer, 2011; Tavares, Gomes e Carvalho, 2009), é papel do psicopedagogo auxiliar nas questões apontadas por Tardif (2000) quanto à formação do professor universitário.

Psicopedagogia e estudantes universitários
Os artigos sobre a relação da psicopedagogia e estudantes universitários (40% dos artigos encontrados, como pôde ser visto nos resultados) foi aqui subdividida em aprendizagem no ensino superior e vivências acadêmicas e rendimento escolar.

Aprendizagem no ensino superior
Foram encontrados dois artigos que tratam do tema aprendizagem no ensino superior, sendo que ambos tiveram como foco o uso do portifólio (Rangel, 2003; Rangel e Garfinkel, 2007) e o uso de jogos (Nunes e Oliveira, 2010).
Os estudos envolvendo a questão do portifólio mostraram que o uso do mesmo ainda está ligado aos processos avaliativos, no entanto a utilização do mesmo pode proporcionar ao estudante de ensino superior construção da autoria de pensamento (Rangel, 2003; Rangel e Garfinkel, 2007).
O segundo artigo encontrado fala de jogos no ambiente universitário. Os jogos podem ser utilizados na psicopedagogia com o objetivo geral de facilitar/intermediar a aprendizagem. Esse objetivo geral pode ser desbodrado em alguns objetivos específicos, dentre os quais se destacam:

  • Conhecer limites: através do jogo a criança compreende os limites, as regras do jogo e os próprios limites (Bossi, Pimentel e Lage, 2010).
  • Consolidar esquemas de aprendizagem já formados pela criança (Faria, 1995).
  • Estimular a criatividade, a iniciativa e a autoconfiança (Passerino, 2011).
  • Manter relação estreita entre construção do conhecimento e a criança e agir como elemento motivador no processo ensino-aprendizagem (Passerino, 2011).
    No estudo de Nunes e Oliveira (2010) foi verificada a relação entre a prática de jogos e a memória de curto prazo em 100 estudantes universitários. Os resultados mostraram que os jogos são relevantes para o processamento mental e ainda que os alunos apresentaram grande motivação na participação da pesquisa. Isso indica que o uso de jogos poderia ser inserido nas práticas de ensino com universitários, viabilizando propostas mais dinâmicas e interativas e contribuindo para a memória de curto prazo.

Os artigos aqui apresentados tratam dos processos de aprendizagem no ensino superior considerando sua complexidade, sua formação e os processos avaliativos. Dentro das propostas dos autores citados nesta seção e da visão da psicopedagogia enquanto área de conhecimento e de atuação voltada pelo e para o processo de aprendizagem humana (Beyer, 2012; Tavares, Gomes e Carvalho, 2009) é possível refletir sobre a importância da atuação da psicopedagogia junto ao corpo discente de instituições de ensino superior.

Vivências acadêmicas e rendimento escolar
Apesar da óbvia relevância do tema, foi encontrado apenas um artigo que tratasse das vivências acadêmicas e rendimento escolar no ensino superior sob a ótica psicopedagógica. O estudo de Cunha e Carrilho (2005) foi realizado com 100 estudantes que cursavam disciplinas básicas e essenciais do curso de engenharia (física, cálculo e álgebra linear). Os autores buscaram aplicaram um questionário (questionário de vivências acadêmicas) e verificam o desempenho desses alunos nas disciplinas acima citadas. Os resultados desse estudo sugerem que o rendimento escolar no ensino superior em alunos do primeiro ano pode ser afetado pelas vivências estudantis dos mesmos.

As vivências estudantis investigadas incluem, dentre outras, autonomia pessoal, bases de conhecimento para o curso, métodos de estudos, adaptação ao curso, gestão do tempo e envolvimento em atividades extra-curriculares (Cunha e Carrilho, 2005). Esses parâmetros fazem parte da atuação da psicopedagogia institucional (Beyer, 2012; Silva e Castro, 2009), incluindo aqui instituições de ensino superior.

Atuação psicopedagógica no ensino superior
O campo de atuação da psicopedagogia está relacionado ao processo de aprendizagem (Beyer, 2012; Silva e Castro, 2009) e o mesmo passou por mudanças históricas, não somente no Brasil, mas em toda América Latina (Andrade, 2004), até se posicionar enquanto atuante no ensino superior (Meira, 2008).

Domingues et al (2008) e Stoffel (2006) apresentaram em seus artigos duas formas práticas diferentes de atuação da psicopedagogia no ensino superior.
O artigo de Domingues et al (2008) apresentou o programa de inclusão e permanência no ensino superior da Universidade Federal de Santa Maria. O serviço se configura como um espaço de orientação e escuta e os alunos são encaminhados pela coordenação do curso ou buscam o atendimento psicopedagógico de forma espontânea. As dificuldades são expostas pelos alunos e a análise dessas levou os autores a refletirem sobre a necessidade de ampliação de projetos que atuem no social, emocional e pedagógico dos acadêmicos.

Stoffel (2006) apresenta em seu artigo a experiência do atendimento psicopedagógico na Academia Militar das Agulhas Negras. O trabalho se iniciou de forma modesta e aos poucos foi aumentando seu espetro. Em 2006, a seção psicopedagógica conta com um efetivo de cinco oficiais e trabalha com aproximadamente dois mil cadetes. Junto aos discentes, o trabalho psicopedagógico envolve reuniões periódicas com representantes de turma para tratar de assuntos pedagógicos, atuação em grupos (dinâmicas) e atendimento individualizado. Com o corpo docente, a seção psicopedagógica fornece instruções aos novos docentes, acompanha aula e instruções, oferece atendimento individual para aprimoramento de questões pedagógicas e realiza contatos formais e informais com o objetivo de discutir sobre a educação. A seção psicopedagógica tem ainda atuação consolidada junto à direção de ensino com participação em eventos e reuniões, envio de relatórios sobre a atuação da seção e apresentação de projetos para melhoria das condições de aprendizado dentro da Academia Militar das Agulhas Negras.
Ambos os exemplos apresentados aqui reforçam a relevância da atuação da psicopedagogia em instituições de ensino superior, seja o serviço público ou privado, seja civil ou militar.
 
Conclusão
O presente estudo apresentou como principal objetivo buscar evidências na literatura sobre a atuação psicopedagógica no ensino superior. Foi observada escassez de publicações na área, tanto de livros quanto de artigos científicos. Os principais temas encontrados na literatura foram: formação de professores universitários, aprendizagem no ensino superior, suas vivências acadêmicas e rendimento escolar e atuação do psicopedagogo no ensino superior.

A análise dos estudos encontrados mostrou a relevância da atuação da psicopedagogia em instituições de ensino superior, seja em ações quanto aos processos de aprendizagem e vivências escolares do corpo discente, seja junto ao corpo docente auxiliando na formação e planejamento dos professores universitários.

Referências
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Publicado em 26/09/2012


Leticia Correa Celeste e Gustavo de Val Barreto - Letícia Correa Celeste: fonoaudióloga, mestre e doutora em lingüística (UFMG), departamento de Fonoaudiologia do Centro de Gestão Empreendedor Fead.
Gustavo Barreto: Psicólogo, mestre em Psicologia (UFMG). Departamento de psicologia do Centro de Gestão Empreendedor Fead.

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