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de 4 a 7 de Setembro de 2010 em Águas de Lindóia (SP)
Conferências já confirmadas
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Doutor Honoris
Causa em Ciências da Univ de Colombo, Sri Lanka. Doutor em
Psicologia, Filosofia e Teologia. Padre da Igreja Ortodoxa,
ministra cursos, seminários e retiros na Europa, EUA e América
do Sul. Mais de 50 livros publicados em vários países. |
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Físico,
pesquisador e professor emérito do Dep. de Física da Univ. de
Oregon nos EUA. Phd em Física Quântica pela Univ. de Calcutá,
Índia. Mundialmente conhecido ao participar do filme "Quem Somos
Nós?" |
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Psicólogo e
Filósofo pela Univ. de Oxford. Pioneiro na área de Psicologia
Transpessoal, ministra seminários sobre Jung na Europa e EUA,
além de treinar profissionais em Deep Memory Process. |
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Doutora em
Psicologia Transpessoal pela Univ. de Greenwich. Psicóloga e
Antropóloga pela Univ. de Harvard. Coordenadora da Ecovila
Parque Visão do Futuro |
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Psiquiatra
Indiana, envolvida com a filosofia e a prática do yoga, tem
vasta experiência nos campos da cura, da psicologia do yoga e da
transformação de emoções. Estudou dança clássica indiana a
fundo, resultando daí sua aclamada pesquisa sobre as
similaridades entre yoga e dança indiana. |
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Palavra do Presidente do Congresso
Roberto Crema |
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Há algo que
nos irmana, além de todas as diversidades étnicas, históricas,
geográficas, sociais, culturais e ambientais: todos sofremos e
todos buscamos a felicidade! Portanto, a existência e pesquisa
desta polaridade, sofrimento-felicidade, tem um valor essencial. |
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Como afirmava
o querido e perene Pierre Weil, a fonte de todo sofrimento é o
apego, que conduz ao medo e ao stress que, por sua vez,
determina todo tipo de sofrimento e de enfermidade. Por outro
lado, o apego decorre da fantasia da separatividade. O apego ou
identificação é um natural mecanismo compensatório, diante do
sentimento básico de desamparo existencial, provocado pela
ilusão de que estamos desconectados da totalidade. Parece-me
justo, então, indagar: haverá também, para a felicidade, uma
fonte comum, uma causa básica? Sustento que sim: a consciência
de inteireza. É o que traduzo afirmando que a felicidade é uma
função natural de um mínimo de inte-gração e de integridade
conquistadas. O termo grego holos, bem como o hebraico, shalom,
da mesma raiz de shalem, apontam para o mesmo significado:
inteiro, total. Logo, a felicidade e a paz são expressões
complementares e naturais da consciência holística. O ser humano
é um projeto de total complexidade, já que integra, em si, o
infra-humano e o supra- humano. Um ser humano pleno é um
microcosmo que recapitula e contêm todos os reinos, uma ponte
entre a terra e o céu, entre o pó e a luz. O paradigma
transpessoal é uma relíquia de valor inestimável, um portal para
este horizonte amplo da integração, já que fornece e alia asas
às raízes do pessoal, possibilitando um devir evolutivo, uma
solução vertical para o drama da existência. Como indicava,
sabiamente, o criador da terapia iniciática, Karlfried
Graf-Durckheim, saúde plena é quando a Essência transparece na
existência. Este é o real segredo, que conduz ao oásis de uma
plenitude possível, no coração do deserto que atravessamos, onde
nos aguarda um poço d’água viva de uma completude sempre
inacabada, de onde emana a autêntica felicidade e a verdadeira
paz. Eis o tema e o desafio, tão fundamentais e oportunos, para
os quais o VII Congresso Transpessoal Internacional nos convida
e convoca. É tempo de despertar e de conspirar pela reconstrução
do templo da intei-reza, pois tudo que é inteiro é justo, é
belo, é saudável, é sagrado e é feliz. Em marcha! |
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